O que é Transição Planetária?

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Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

O que é Transição Planetária?

Eu sempre procuro trazer informação mais completa e um pouco mais de conhecimento em tons mais simples dentro da espiritualidade. A gente encontra tudo tão complexo por aí, tudo tão difícil, mas podem...

Falar de espiritualidade de um jeito simples

Eu sempre procuro trazer informação mais completa e um pouco mais de conhecimento em tons mais simples dentro da espiritualidade. A gente encontra tudo tão complexo por aí, tudo tão difícil, mas podemos falar das mesmas coisas de um jeito mais tranquilo, de um jeito que todo mundo entenda. Esse é o propósito do nosso trabalho: acolher e esclarecer sem complicar aquilo que já é profundo por si só.

Também tenho buscado abrir oportunidades de serviço. Existe gente que quer ajudar e existe gente que precisa ser ajudada. Quando falo de ajuda, estou falando de mentalizações, trabalhos energéticos, oração, Reiki à distância, cada um com sua técnica, mas com o mesmo objetivo: oferecer amparo a quem está passando por necessidade emocional, espiritual ou até financeira.

Esse movimento traz também um comprometimento. Aquele que recebe auxílio, ao alcançar sua reestruturação, pode depois se tornar voluntário para ajudar outras pessoas. Isso é muito bonito, porque dá a oportunidade de alguém ser sustentado em um momento difícil e, mais adiante, sustentar outro que esteja atravessando uma fase semelhante. Eu vejo isso como uma forma muito prática de colocar a espiritualidade em ação.

O eclipse, a boa intenção e a mudança real

Nestes dias, muita gente ficou mobilizada por causa do eclipse solar. A raça humana, desde sempre, marcou os eclipses de muitas maneiras: abertura de portais, prenúncio do fim do mundo, ira divina. Hoje já entendemos melhor, de forma científica, que se trata de um processo astronômico, um momento em que a Lua passa na frente do Sol e entramos em sombra.

Muitas pessoas aproveitaram para fazer meditações, e quem fez pode ter se sentido muito bem. Isso é válido. No entanto, a vida continua. Infelizmente, precisamos de muito mais do que meditar durante meia hora ou uma hora para alcançar alterações consideráveis no sistema energético planetário, diante da densidade que existe hoje.

Eu acredito na boa intenção de parte da humanidade, mas ainda falta bastante trabalho. Falta entender e trabalhar a nossa vida de verdade, principalmente para alcançar uma mudança real de hábito. Não adianta vibrar positivamente por quinze minutos e, no resto do dia ou no dia seguinte, voltar às mesmas mazelas do cotidiano. Isso não é negativismo da minha parte; é apenas ter o pé no chão.

Eu gostaria muito que fosse diferente. Torço e vibro todos os dias para que exista uma elevação real da consciência, porque estamos em plena transição planetária. E é justamente por isso que esse tema precisa ser compreendido com mais clareza.

O que é transição planetária

Muita gente interpreta a transição planetária de maneiras diferentes, mas há um ponto em comum: trata-se do término de um ciclo. Como ela acontece, como se sucede, o que está afetando e de que forma isso se manifesta varia conforme crenças, religiões e sistemas de pensamento. O fim dessa transição ainda é uma incógnita em muitos aspectos, mas o encerramento de um ciclo é algo central.

Esse também é um momento de separação e de seleção. Mas não é uma seleção feita como se uma mão divina apontasse: você vai, você não vai. Não funciona assim. Também não se trata de um julgamento simplista, no qual alguém é aceito ou rejeitado apenas por pertencer a uma determinada crença.

Diversas religiões, há muito tempo, falam de um momento final, de juízo, de fechamento de ciclo. Uns dizem que Buda retornará, outros que Jesus retornará, outros falam de profetas diferentes. Há crenças que falam de céu já existente, de ressurreição, de salvação restrita a quem seguiu certas regras. Existem muitas leituras sobre esse mesmo ponto.

Para mim, uma forma mais simples de entender é perceber que existe um projeto planetário. O planeta tem um propósito dentro de um período de tempo, oferecendo oportunidade de crescimento, experiência e consciência. Em determinado momento, esse ciclo se encerra. É como os últimos tempos de uma escola, quando chegam as provas finais e se vê se o aluno passa de ano ou repete.

O planeta-escola e a aceleração da humanidade

Se entendermos o planeta dessa maneira, percebemos que no início dos projetos são colocados aqui corpos humanos e consciências com determinada inteligência, recebendo a oportunidade de desenvolvimento em um ambiente ainda mais simples. Num cenário em que há natureza, animais e vegetais, chegam consciências compatíveis com esse meio, ainda muito primitivas, começando seus processos de aprendizado e construção.

Ao longo de muitos e muitos anos, a humanidade foi crescendo muito devagar. Se voltarmos bastante no tempo, veremos aldeias, pequenas cidades, populações reduzidas e grande dificuldade de comunicação. Essa diferença cultural enorme fazia com que o aprendizado das consciências acontecesse pouco a pouco. Aquilo que poderia ser vivenciado em todo o planeta ficava restrito, fragmentado, lento.

De cerca de quinhentos anos para cá, isso começou a mudar mais, com povos conhecendo outros continentes e aumentando a interação entre consciências. Mas a verdadeira revolução, eu diria, aconteceu muito mais recentemente. Eu mesmo lembro de uma época sem celular, sem internet, com uma televisão grande e limitada, quando o máximo era um aparelho muito simples de jogo. Também sou de um tempo em que ter um telefone fixo era algo de muito valor.

Hoje, falamos ao vivo com pessoas do Brasil inteiro e de outros países, todos recebendo a mesma informação ao mesmo tempo. Isso mostra que a tecnologia e o conhecimento não avançaram ao acaso. As leis da física, da eletrônica, dos semicondutores e tantos outros conhecimentos foram sendo liberados aos poucos por um motivo específico. Houve uma aceleração impressionante, especialmente nas últimas décadas.

Junto com essa velocidade tecnológica, aumentou muito a quantidade de seres encarnados no planeta. Tivemos um crescimento enorme da população mundial em pouco tempo. Quando somamos essa aceleração tecnológica com esse aumento vertiginoso de consciências encarnadas, começamos a entender por que o caos também vai se instalando.

O risco do caos e o sentido da separação vibracional

O grande problema é que a tecnologia, nas mãos da consciência humana atual, pode se tornar perigosa. Em geral, os primeiros grandes investimentos tecnológicos vêm de governos e áreas militares, porque buscam defesa, controle e poder. Se esse processo continuar dentro da consciência que a humanidade ainda carrega, ou ela se transforma, ou ela se autodestrói.

Eu realmente considero que muitos desequilíbrios maiores já foram evitados por mentores espirituais e por missionários com tecnologias superiores. Já era para certas decisões destrutivas terem sido tomadas há muito tempo. Se dependesse apenas da vontade de líderes políticos e militares em vários momentos da história, o planeta já teria sofrido consequências muito mais graves.

Por isso, quando falo de transição planetária, não estou falando de alguém queimando em fogo, indo para inferno ou entrando em céu da forma como muitos imaginam. A questão é outra: trata-se de uma separação vibracional. E essa transição atual tem uma diferença importante em relação às anteriores: além de encerrar um ciclo, ela acompanha uma elevação do próprio planeta para outro nível de consciência.

Isso significa que nem toda consciência terá condições de continuar aqui. Fala-se com muita facilidade em quinta dimensão, como se bastassem alguns mantras ou exercícios para resolver a questão. Mas a pergunta verdadeira é outra: já estamos livres dos nossos erros? Já estamos amando incondicionalmente? Somos capazes de olhar qualquer pessoa, perdoar rapidamente e responder com amor profundo até mesmo à agressão? É isso que precisa ser analisado.

Para onde vamos e como essa transição pode acontecer

O planeta é uma escola, e uma escola muito densa, porque aqui existe uma diversidade imensa de consciências. Há extremos de todos os tipos, e isso torna o ambiente pesado, mas também muito rico em possibilidade de aprendizado. Quem encontra algum caminho na espiritualidade normalmente percebe que deveria querer ser melhor a cada dia, aproximando-se mais do amor verdadeiro, do perdão e do autoperdão.

Chegando ao término desse ciclo, surge a pergunta: para onde vai quem não puder mais permanecer aqui? A resposta, dentro daquilo que venho compreendendo, é que isso se relaciona com a frequência em que cada um vibra. E essa frequência depende das nossas ações, sentimentos, espiritualidade, desenvolvimento e autoconhecimento. Conforme essa condição, as consciências serão encaminhadas para realidades compatíveis com aquilo que são capazes de sustentar.

Também haverá aqueles que poderão ajudar no processo, colaborar com a organização dessa mudança, trabalhar junto aos mentores espirituais e participar da implantação de um novo sistema planetário. Então a transição planetária, no seu grande final, passa por esse ordenamento vibracional. A grande dúvida está em como o ápice disso vai acontecer.

Existem várias possibilidades levantadas. Há quem acredite numa grande catástrofe mundial, numa terceira guerra, numa guerra nuclear. Há quem veja a intensificação das catástrofes naturais, com terremotos, maremotos e desencarnes em massa. Há também teorias sobre asteroides, mudanças de polo e a possibilidade de manifestação mais aberta de nossos irmãos estelares antes de um grande acontecimento, preparando a humanidade.

Existe ainda a possibilidade de não haver nada catastrófico em grande escala. Mas, se nada acontecer que pressione a humanidade, muitos podem não aproveitar a oportunidade de crescimento. A questão central continua sendo a mesma: nós já estamos vivenciando esse período. As frequências já estão se elevando, e isso está dando uma chacoalhada nas pessoas para que possam vibrar melhor e fazer mudanças reais em suas vidas.

Alguns despertam pelo amor. Outros já vieram mais despertos e estão trabalhando para ajudar, aconselhar e trazer informação. E há aqueles que ainda seguem dormindo e continuarão assim por algum tempo. Diante disso, cada um precisa olhar para si e perceber como está vivendo, porque a transição planetária não é apenas um tema para discutir. Ela é um processo em curso, e a nossa condição interior é o que define como passaremos por ele.

Fonte de referência: Video — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que é transição planetária?

É a ideia de que a Terra e a humanidade passam por um processo de mudança profunda, em que valores, consciências e formas de viver vão se transformando. Na visão espiritual, isso representa uma passagem para um jeito de existir mais consciente e equilibrado.

Como essa transição aparece na vida real?

Ela pode ser percebida em crises, mudanças coletivas, conflitos e também em um despertar maior para temas como propósito e espiritualidade. Ao mesmo tempo, surgem mais pessoas buscando viver com mais verdade, cuidado e responsabilidade.

O que significa “planeta-escola” nesse contexto?

Significa entender a Terra como um lugar de aprendizado, onde cada experiência ajuda no desenvolvimento humano. Nessa visão, os desafios não são punições, mas oportunidades de evolução.

O que posso fazer para atravessar essa fase com mais equilíbrio?

O mais importante é manter a intenção sincera de melhorar, mesmo em pequenos passos. Cuidar da própria vida, das relações e da forma como você reage aos acontecimentos já faz parte dessa mudança.