O que é Multidimensionalidade?
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Por Carlos de Oliveira (Shietnar)
Quando falo de multidimensionalidade, estou falando de algo que tem um nome complexo, mas que aponta para uma ideia simples: várias dimensões. Esse tema sempre despertou muito interesse, e eu o consid...
O que entendo por multidimensionalidade
Quando falo de multidimensionalidade, estou falando de algo que tem um nome complexo, mas que aponta para uma ideia simples: várias dimensões. Esse tema sempre despertou muito interesse, e eu o considero muito importante porque ajuda a compreender como a vida se manifesta para além daquilo que tocamos e vemos. A espiritualidade sempre tratou desses níveis de densidade, dessas dimensões, e hoje a própria ciência começa a se aproximar disso por outros caminhos.
A física quântica e a mecânica quântica caminham para a compreensão de que tudo é energia. Através de equipamentos sofisticadíssimos, a ciência foi buscando o cada vez menor, chegando ao átomo, depois aos quarks, e depois aos pranks. Nessa investigação, surgem experiências como a da dupla fenda, mostrando que a partícula se comporta de maneira diferente quando há um observador visualizando aquele momento.
Com isso, conclui-se que a suposta matéria é um adensamento, uma junção de partículas que nos dá a impressão de solidez. Nós parecemos sólidos, e aquilo que palpamos também, mas isso é efeito dessa organização energética em determinada densidade. À medida que a frequência aumenta, a densidade muda, e aquilo vai se tornando mais rarefeito.
Na espiritualidade, sempre se falou em dimensões. A dimensão em que vivemos agora é a terceira dimensão, a dimensão da manifestação física, o nosso universo observável e palpável. Quando essas partículas começam a se separar e a densidade diminui, os nossos olhos nus já não conseguem visualizar frequências superiores àquela em que estamos agora.
Dimensões, densidades e a experiência da consciência
No momento em que desencarnamos, saímos do corpo e vamos para uma quarta dimensão, que é o aqui e o agora. Hoje, pela física quântica, muita gente já prefere falar em densidade, porque seriam densidades diferentes. Eu, Carlos, faço uma contraposição parcial a essa teoria, porque não se trata apenas de algo mais rarefeito; existe também distorção, e quem faz projeção astral consciente sabe do que estou falando.
Na quarta dimensão, a correlação de espaço e tempo também é diferente. E, quando existe ainda a possibilidade de um segundo desdobramento, em que a consciência se desdobra do espírito, do psicosoma, pode-se alcançar dimensões ainda mais rarefeitas. Nesses níveis, tempo e espaço mudam tudo.
Por isso considero a projeção astral uma ferramenta importantíssima para todo buscador. Eu a vejo como uma das maiores e melhores ferramentas da humanidade, acessível a todos, sem que haja o que temer. Muita gente imagina que vai se deparar com obsessor, assediador ou figuras assustadoras, mas, irmãos, basta olhar o mundo físico e ver que há obsessores vagando também por aqui, em corpo físico.
A questão é saber aonde ir, e isso depende muito da sua vibração. Por isso reforço sempre o autoconhecimento, a cosmoética, a ação amorosa e fraterna. Dependendo da vibração com que saímos, podemos saltar alguns níveis e nos deparar com experiências mais agradáveis, sem contato com determinadas densidades.
A importância da projeção astral no estudo da multidimensionalidade
É através da projeção astral que vamos encontrar densidades diferentes, talvez dimensões diferentes ou subníveis. Muitas vezes estamos acompanhados de mentores espirituais e amparadores, e nem os vemos. Temos proteção, recebemos sugestões sutis, e muitas vezes pensamos que uma decisão foi nossa, quando, na verdade, era uma inspiração de nosso mentor ou de nosso anfitrião astral, aquele que nos recebe e auxilia no aprendizado, desde que a saída tenha intenção de conhecimento ou de socorro.
Dentro da quarta dimensão, ainda há níveis diferentes. Isso aparece bastante em representações da jornada pós-morte, com hospitais de socorro, cidades astrais e seres de maior luz que descem a esses ambientes para ensinar o que precisa ser ensinado. O objetivo do estudo é compreender esses níveis da quarta dimensão e continuar avançando no conhecimento para entender onde está o plano de luz, onde está o plano dos mestres ascensos e onde está o comando geral do nosso planeta.
Quando pessoas têm a consciência mais desperta, mais conectada com a essência divina e com os conhecimentos da espiritualidade universal, elas acabam saltando para quinta dimensão, sexta, sétima e sabe-se lá quantas mais. Eu tenho relatos de irmãos estelares com os quais consulto, e já cheguei a ter contato com irmão de nona dimensão, que sabe da décima segunda dimensão, mas que ainda entende que, ao chegar lá, ainda haverá mais a conhecer.
A consciência vai se expandindo de tal maneira que vai conhecendo cada vez mais do universo. É como se tivéssemos a tarefa evolutiva de abranger, conhecer e entender cada vez mais ao nosso redor. A materialidade é a forma mais densa de manifestação das frequências, e não existe nada mais denso do que a densidade em que vivemos agora.
Irmãos estelares, tecnologia e naves multidimensionais
Nós contamos com o socorro, a ajuda e o apoio de irmãos de outros níveis de vibração, de outras densidades e dimensões. Eles chegam até nós por meio de instrumentos tecnológicos e através de contatos, sempre usando tecnologia. Isso porque um ser de dimensão muito elevada teria enorme dificuldade de estabelecer uma comunicação direta conosco sem mediações, dada a diferença de amplitude de consciência.
Esses irmãos estelares e irmãos extraterrestres não vêm salvar ninguém, nem proporcionar passeio, nem inflar ego, nem cuidar da vida pessoal de alguém. Quem tem acesso verdadeiro a esses irmãos percebe que as informações trazidas por eles são de nível impulsionador. Eles vêm descarregando informações devagarzinho, de modo que isso gere mais vontade de aprender, de buscar, de ter contato, de se autodescobrir e de se desenvolver.
Percebo aí uma missão muito parecida com a de nossos mentores e mestres ascensos. Há um auxílio geral, uma comunicação geral entre esses nossos irmãos. Eles não vão invadir o karma de ninguém aleatoriamente; acessam os registros akáticos, verificam as condições e ainda perguntam aos nossos mentores e amparadores se podem intervir de alguma maneira, especialmente quando se trata de pessoas voluntárias em trabalhos de despertar consciencial da humanidade.
Quando entro na questão do transporte interdimensional, digo com toda clareza: isso é tecnologia. Uma consciência, ao chegar ao planeta Terra, passou por um processo de adaptação, de transição e de adensamento. Se nós passamos anos para nos adaptar a este planeta, então como esses irmãos fariam toda essa logística mudando de densidade, de sistema energético, de estrelas e planetas diferentes? Irmãos, é tecnologia, tecnologia.
Eu, particularmente, como engenheiro eletrônico, fico fascinado com essa possibilidade de viajar no espaço-tempo acima da velocidade da luz, algo que só é possível em dimensões superiores, onde as leis físicas são diferentes. São as naves multidimensionais que fazem todo esse processo. Elas se manifestam até no nosso plano astral e, através do campo energético e da tecnologia existente nelas, conseguem trafegar interdimensionalmente, desde a nossa densidade até densidades muito sutis, de elevadíssimas frequências.
Conhecer de dentro para fora
Dentro dessa multidimensionalidade, eu acho que precisamos começar os estudos de dentro para fora. Muita gente quer falar de quinta dimensão e de raças estelares sem entender o próprio processo pós-morte, sem entender nem como está manifesta dentro de um corpo. É preciso compreender o soma, o energossoma, o psicossoma e o mentalsoma, que é a nossa consciência e que comanda tudo isso.
O mentalsoma informa o psicossoma, que transmite ao energossoma, que transmite ao cérebro físico, e assim acontece a movimentação e o pensamento limitado como o temos agora. Se não tivermos capacidade de entender esses processos, se não houver curiosidade e intenção de conhecer a projeção da consciência lúcida, voluntária e memorável, muita coisa ficará apenas no campo da teoria. Todos nós fazemos projeções diárias, mas temos dificuldade de trazer a memória integral da experiência.
Muitas vezes estamos realizando missões maravilhosas do outro lado, trabalhos de socorro, de auxílio, até de ensino, ou então aprendendo. Existem naves próximas da nossa baratrosfera, camufladas no meio do astral, nas quais podemos ter aulas, tratamentos e uma infinidade de atividades. Funcionam como unidades móveis de conhecimento, acessíveis por irmãos que fazem parte das cidades astrais, das colônias astrais e também por irmãos extraplanetários em interação com eles.
É por isso que volto a insistir: a projeção astral é a melhor das ferramentas para conhecer tudo isso por esforço pessoal e autoconhecimento. Ninguém vai simplesmente sair daqui, por projeção astral, e visitar outra galáxia sem compatibilidade energética. Se isso acontece, é por via tecnológica, ou em casos muito específicos, como consciências missionárias que ainda não despertaram totalmente, mas que ao se projetarem podem encontrar sua verdadeira família de experiências.
Estudo, disciplina e espiritualidade universal
Eu sugiro muito o estudo da projeciologia para conhecer a multidimensionalidade. A conscienciologia conhece de forma muito eficiente os aspectos da fisiologia energética, da fisiologia humana e da parafisiologia, compreendendo o trabalho astral até o plano das cidades astrais. E também existe o estudo que vai além, para entender mais.
É por isso que gosto do nome espiritualidade universal. Ela não trata as coisas externas como exceção; ela busca o todo em contexto. Vai entender a vida do projeto planetário no todo, a sequência evolutiva no todo, as ferramentas energéticas, espirituais e parapsíquicas no todo, e também os contatos com irmãos de outros projetos.
Também é preciso fugir do dogmatismo e do misticismo. Não são amuletos nem fórmulas mágicas que vão fazer alguém sair do corpo físico de maneira voluntária, consciente, lúcida e memorável. Isso exige força de vontade, aplicação nos estudos, aplicação prática daquilo que se estudou e determinação.
Eu garanto que isso é possível porque já tive algumas projeções assim, totalmente lúcidas, mas isso demandou estudo e dedicação. Não consegui no primeiro ano estudando todos os dias. Depois de anos de prática, tive algumas vivências nessa condição. De outras maneiras, projetamo-nos com frequência, apenas sem acompanhar a saída e sem total lucidez desde o início.
Tudo depende de afinco, disciplina e estudo. Não acreditem em mágicas. No meu caminho, comecei a projeciologia com o professor Valdo Vieira, através do IIPC, e depois estudei com o professor Wagner Borges, do IPPB. O fundamental, porém, é entender que a multidimensionalidade não é um assunto para fantasia, mas para experiência, esforço e expansão real da consciência. Sejamos Luz.
Fonte de referência: Video — Wikipédia
Perguntas Frequentes
O que significa multidimensionalidade?
Multidimensionalidade é a ideia de que algo pode ser entendido por mais de um aspecto ao mesmo tempo. Em vez de olhar para uma única característica, ela considera várias dimensões que se relacionam entre si.
Por que esse conceito é importante?
Ele ajuda a enxergar situações de forma mais completa e menos simplificada. Isso é útil para compreender melhor pessoas, fenômenos e problemas que não cabem em uma explicação única.
Multidimensionalidade é um tema difícil de entender?
O nome pode parecer complexo, mas a ideia central é simples. Basta pensar que algumas coisas só fazem sentido quando observadas por vários lados.
Como a multidimensionalidade aparece no dia a dia?
Ela aparece quando analisamos algo levando em conta fatores diferentes, como emoções, contexto e experiência. Isso torna a compreensão mais rica e evita conclusões apressadas.