Como se Proteger de Ataques Espirituais e Obsessores

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Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

Como se Proteger de Ataques Espirituais e Obsessores

Meu nome é Carlos de Oliveira, conhecido nas mídias sociais como Xietna. Tenho me dedicado a passar conhecimentos e informações sobre espiritualidade em um sentido universal, indo além de qualquer vín...

Minha trajetória e por que falo de espiritualidade universal

Meu nome é Carlos de Oliveira, conhecido nas mídias sociais como Xietna. Tenho me dedicado a passar conhecimentos e informações sobre espiritualidade em um sentido universal, indo além de qualquer vínculo com religião, espiritismo, denominação, crença, dogma ou seita. Sou um homem livre, de bons costumes, e procuro fazer as coisas da maneira mais justa e perfeita possível, trazendo conhecimento por parte de nossos mentores espirituais.

Já iniciei minha jornada terrena no campo da espiritualidade há 30 anos. Passei por muitas experiências, boas e não tão boas, e esse processo me deu uma bagagem muito ampla. Sempre compartilhei isso fisicamente, em grupos, palestras, conferências e estudos, e há pouco tempo decidi trazer esse trabalho também para as redes sociais.

Tomei essa decisão porque existe uma onda energética envolvendo o nosso planeta, mais fortemente a partir de 2017. Ela tem despertado muita gente de duas maneiras: pelo amor ou pela dor. Uns começam a ter curiosidade, sede de entender a espiritualidade, o parapsiquismo, a mediunidade, os irmãos estelares, o Eu Sou, a meditação, e por meio dessas ferramentas mudam seu sistema de crenças; outros são empurrados a despertar, porque existe uma resistência natural do ser humano.

O despertar, a transição planetária e a quebra das limitações

A grande maioria dos seres humanos ainda carrega resquícios profundos das religiões e das doutrinas. Mesmo quando a pessoa não é muito religiosa, ela foi moldada por sistemas de crença que impõem parâmetros, limites e a ideia de que existe um caminho único e correto. Só que essas limitações estão deixando de fazer sentido para muitas pessoas, e isso se intensifica com as energias que vêm chegando ao planeta.

Uso o termo espiritualidade universal porque, embora muitas correntes aceitem a existência de vida em outros planetas, ainda afirmam que a humanidade da Terra nada teria a ver com essas outras civilizações. Dentro das experiências que vivemos, eu sei que a realidade é diferente. Existem projetos planetários diversos neste universo, e há uma troca, uma movimentação de consciências, porque somos consciências universais, um pedacinho de Deus.

A fonte criadora nos permitiu viver como consciências individualizadas para experienciar a criação. Tivemos a oportunidade de conhecer diversos planetas, sociedades, culturas e sistemas, num caminho evolutivo em que a consciência passa por novos aprendizados e novas experiências. Despertar é abrir a mente para entender que não estamos limitados a este planeta e que existe uma infinidade de seres em intercâmbio espiritual e consciencial.

O ponto central disso tudo é o momento que a Terra está vivendo: a transição planetária. O planeta está saindo de uma condição vibracional de terceira dimensão e seguindo em direção a uma quinta dimensão, passando antes por um período de transição. Todo mundo sente que algo está para acontecer, ainda que não saiba explicar o quê, e isso mexe profundamente com a sensibilidade humana.

Despertar pelo amor ou pela dor

Muitos de nós viemos de fora do planeta para vivenciar exatamente esse momento de transição. Essas energias aceleram tudo, as descobertas acontecem em sequência, a tecnologia explode, e nos é permitido vivenciar um pouco do futuro no aqui e agora. Isso estimula a consciência a dar o passo seguinte.

Algumas pessoas despertam pelo amor, pela curiosidade sincera de compreender esse processo. Outras vão pela dor. Começam a entrar em estados depressivos, sentem ausência de algo, criam dores físicas e frustrações porque não entendem o que estão vivendo.

Os canais parapsíquicos e mediúnicos estão se abrindo. As pessoas ficam mais sensíveis e começam a tocar naturalmente em assuntos espirituais, mesmo sem perceber. No fundo, isso acontece porque todos nós sabemos, todos nós vivenciamos o espiritual, já que somos consciências espirituais experimentando a fisicalidade.

Ferramentas como meditação, tai chi, mandala-terapia e outras experiências colocam a consciência num estado interior em que ela percebe que sabe muito mais do que conscientemente imaginava. A pessoa começa a compreender dores de cabeça em certos ambientes, tristezas repentinas, emotividade sem causa aparente. Tudo isso pode estar ligado à abertura desses canais mediúnicos e parapsíquicos.

O pijama consciencial e a responsabilidade sobre a própria vida

Muita gente rejeita esse processo e, por isso, sofre mais. Eu costumo brincar que há pessoas que despertam, mas continuam de pijama. Quando a gente desperta de verdade, precisa lavar o rosto, tomar banho, escovar os dentes e começar uma vida nova; porém muitos entendem certas coisas, mas não querem mudar de fato.

Esse pijama consciencial são as crenças enraizadas, as limitações que nos autoimpomos ou aceitamos do sistema social em que vivemos. Desde muito pequenos fomos programados por aquilo que nossos pais acreditavam, pelo que a escola determinou como necessário e por regras de comportamento voltadas a agradar alguém ou alguma situação. Fomos programados a ser quem somos hoje e até a esquecer quem somos.

Por isso, existe resistência em transformar crenças antigas em novas crenças. Muitas vezes apenas trocamos a roupa dessas crenças e damos nomes mais modernos a elas. Continuamos buscando salvadores externos para resolver nossos problemas, quando tudo o que procuramos está dentro de nós mesmos.

Foi por isso que fiz uma pesquisa perguntando o que as pessoas fazem quando sentem as energias baixas ou quando percebem algum tipo de obsessão. A maioria das respostas foi totalmente voltada ao sistema de crenças. Poucas pessoas falaram em assumir responsabilidade real pelo processo de desobsessão e agir diretamente sobre a própria vida.

É muito comum colocar todo o peso em nomes externos, pedindo que resolvam, protejam, cortem, mudem e façam justiça. Eu não estou falando das consciências em si, mas da postura das pessoas diante delas. Fica simples demais mendigar ajuda e muito difícil assumir as rédeas da própria vida por meio das nossas ações e reações.

O plano espiritual, a quarta dimensão e os obsessores

Para entender a obsessão, precisamos entender o plano espiritual imediato, a quarta dimensão. Nossos olhos físicos veem apenas uma faixa limitada de frequência, mas a existência vai além da matéria visível. Quanto maior a frequência, mais elevada e mais desperta a consciência se encontra, mais alinhada ao amor e à fraternidade.

A terceira e a quarta dimensão estão ligadas ao aqui e agora, apenas em frequências diferentes. O salto para a quinta dimensão já é algo muito diferente. A quarta dimensão é um plano que não vemos com os olhos físicos, mas que está presente agora mesmo.

Segundo informes da espiritualidade, haveria aproximadamente 30 bilhões de consciências desencarnadas dentro do projeto Terra, diante de cerca de 8 bilhões de seres humanos vivos. Isso significa que pode haver várias consciências extrafísicas ao redor de cada pessoa, em camadas diferentes da quarta dimensão. Essas entidades podem estar presentes por afinidade, para ouvir, atacar, assediar ou orientar.

O primeiro aspecto do obsediado é a vibração. Como essa pessoa vibra no cotidiano? Se vive em lamúrias, lamentações, brigas, grosseria, estupidez, consumo de drogas, álcool, cigarro ou qualquer negatividade consigo mesma ou com o mundo, ela emana uma vibração muito baixa. E, ao fazer isso, começa a atrair consciências do mesmo nível ou até piores.

Como acontece o assédio espiritual

No plano mais próximo da crosta, as entidades acabam se alimentando das energias que emanamos. Um dos objetivos do obsessor é vampirizar essas energias. Como perdeu o corpo físico, ele não tem mais os sabores, os vícios e as sensações que tinha em vida, e a forma mais próxima de reviver isso é se aproximando de alguém encarnado que mantenha aquelas mesmas práticas.

Quando uma pessoa usa droga, por exemplo, sua aura muda e ela emana a experiência que está vivendo. Entidades se aproximam e absorvem essa energia, como se também estivessem participando daquela sensação. Se no dia seguinte essa pessoa decide não usar, essas consciências podem reagir de forma intensa, influenciando, lembrando sensações, palavras e impulsos para que ela volte ao ato e elas continuem se alimentando.

Esse tipo de assédio é um dos mais comuns e também um dos mais fáceis de resolver. Quando dominamos nossa energia, entendemos que a nossa conduta é o que aproxima ou afasta essas entidades. Com autodomínio energético, é possível expulsar do campo energético essas influências e desfazer esse acoplamento.

Há também outro tipo de assédio, mais complicado. No plano astral, assim como no plano físico, existem consciências com maldade inerente. Algumas permanecem nesse estado por rebeldia, descrença ou prazer em fazer o mal, e nesse caso o simples vampirismo não basta: existe intenção, existe propósito.

Geralmente podem existir parcerias entre pessoas encarnadas e entidades desencarnadas, em que pedidos são feitos para que esses seres atuem em nome delas, recebendo em troca energias muito densas. Muitos chamam isso de magia negra ou macumba. O ponto central, porém, continua sendo o mesmo: precisamos assumir responsabilidade sobre nossa vida, nossa vibração e nossas ações, porque é a partir disso que começamos de fato a nos proteger.

Fonte de referência: Video — Wikipédia

Perguntas Frequentes

Como posso me proteger de ataques espirituais no dia a dia?

Manter a mente equilibrada, cuidar dos seus pensamentos e evitar ambientes muito carregados ajuda bastante. Também é importante fortalecer sua rotina com oração, meditação, descanso e hábitos saudáveis.

Como saber se estou sendo influenciado por obsessores?

Sinais como pensamentos repetitivos, cansaço sem motivo e irritação constante podem chamar atenção, mas nem tudo tem causa espiritual. O ideal é observar sua vida com calma e buscar ajuda emocional, médica ou espiritual quando necessário.

O que fazer quando me sinto com medo ou pesado espiritualmente?

Respire fundo, acalme o corpo e evite alimentar o medo. Reze, peça proteção, afaste-se de conflitos e procure estar em lugares e com pessoas que transmitam paz.

Qual é a melhor forma de fortalecer minha proteção espiritual?

O melhor caminho é cultivar equilíbrio interior, amor e responsabilidade pelas próprias escolhas. Quanto mais você cuida da sua consciência e da sua energia, menos espaço dá para influências negativas.