Canalização Azui (Intraterreno) - A Busca da Autoconsciência

Categoria: Canalizações

Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

Canalização Azui (Intraterreno) - A Busca da Autoconsciência

Saudações!...

Saudações!

Trabalhar a autoconsciência é se encontrar à plenitude com a realização plena do contato do Ser com sua Essência Divina.
Esse contato só é possível aos que transitam entre a materialidade e espiritualidade com plena harmonia em todos seus pontos convergentes.

Quando falo em autoconsciência, não trato de uma ideia distante, nem de um conceito reservado a poucos. Trato de um estado que exige presença, sinceridade interior e disposição real para perceber a si mesmo em profundidade. O Ser só alcança a realização plena desse contato com sua Essência Divina quando deixa de viver de modo fragmentado, separado entre o que pensa, o que sente e o que executa. A plenitude, neste caso, não surge por desejo ou por declaração exterior, mas por alinhamento.

Esse trânsito entre materialidade e espiritualidade precisa acontecer com plena harmonia em todos seus pontos convergentes. Não se trata de negar a matéria para exaltar o espírito, nem de se afundar na matéria esquecendo sua natureza divina. Trata-se de reconhecer que há pontos de convergência, e que neles o Ser é chamado a agir com equilíbrio. O contato com a Essência Divina se fortalece quando a vida material deixa de ser vivida em oposição à vida espiritual e passa a ser expressão consciente dela.

Muito se fala de abandono do ego em prol da realização plena espiritual porém, fato é, que o ego deve ser harmonizado através do auto-policiamento constante de cada ação.

Essa compreensão é fundamental, porque muitos se confundem ao imaginar que a realização espiritual depende de uma negação brusca de si. O ego, porém, deve ser harmonizado. E essa harmonização não ocorre por discurso, nem por aparência de humildade. Ela ocorre pelo auto-policiamento constante de cada ação. Isso significa observar a intenção, vigiar o impulso, perceber o motivo real por trás da palavra, da atitude e até mesmo do silêncio. A disciplina interior é indispensável para que o ego não conduza a caminhada sob máscaras espirituais.

Ser consciente é ser atento a cada segundo de sua existência atuando, pensando e executando todas às ações baseadas nos princípios das Leis Universais.

Ser atento a cada segundo da existência é assumir responsabilidade sobre o próprio campo de manifestação. É compreender que pensamento, ação e execução não estão separados das consequências espirituais do que se vive. A consciência não é um estado passivo. Ela exige observação contínua. Quem busca autoconsciência não pode escolher estar desperto apenas nos momentos de estudo ou de prática; precisa vigiar-se também nos hábitos comuns, nas reações espontâneas e nas escolhas pequenas que revelam a qualidade real da frequência em que vive.

As Leis Universais e sua fluidez natural

Uma pessoa em harmonia com a natureza, conectada por luz suave a fluxos cósmicos e energias serenas que representam as leis universais fluindo naturalmente.
Uma pessoa em harmonia com a natureza, conectada por luz suave a fluxos cósmicos e energias serenas que representam as leis universais fluindo naturalmente.

E quais são as leis universais que tanto se fala e não são transmitidas claramente a esta humanidade?

Estas leis são praticadas pela natureza da união com a divindade e não podem ser impostas nos termos de leis como o nome diz.

Tais leis fluem com naturalidade àqueles que se aproximam de frequências vibracionais mais elevadas, mais sublimes.

É importante compreender que essas leis não pertencem ao campo da imposição humana. Não podem ser reduzidas a um código externo que alguém segue apenas para parecer correto. Elas são praticadas pela natureza da união com a divindade. Por isso, fluem com naturalidade. Quando o Ser se aproxima de frequências vibracionais mais elevadas, mais sublimes, ele passa a perceber com mais clareza a ordem viva que sustenta os movimentos da existência. Não é uma obediência forçada, mas uma sintonia.

Leis básicas de ação e reação, semelhante atrai semelhante, matemáticas holográficas comparatórias universais e algumas regras básicas que a própria física quântica já descobriu e comprovou, são já de extrema valia para àqueles que buscam a prerrogativa de ascender aos planos mais sutis.

Aqui já há elementos suficientes para um profundo trabalho interior. Ação e reação mostram que nada é neutro. Semelhante atrai semelhante revela que a frequência sustentada pelo Ser define seus encontros, acessos e experiências. As matemáticas holográficas comparatórias universais indicam que há correspondências e relações que não dependem da opinião humana para existirem. E quando até mesmo algumas regras básicas descobertas e comprovadas pela física quântica se aproximam dessa compreensão, torna-se ainda mais evidente que o despertar pede observação séria, não fantasia.

Quem busca a prerrogativa de ascender aos planos mais sutis precisa reconhecer o valor dessas bases. Não como um acúmulo intelectual, mas como princípios vivos de aplicação. Pensar, agir e executar em desacordo com essas leis produz desalinhamento. Pensar, agir e executar em consonância com elas favorece a aproximação aos níveis mais sutis de percepção e acesso.

Toda espiritualidade está presente somente aguardando o despertar pessoal de cada consciência para melhorar os acessos aos níveis dimensionais condizentes com a frequência daquele que desperta.

Isso precisa ser entendido com clareza: a espiritualidade não está ausente. Ela está presente. O que varia é o acesso. E esse acesso é condizente com a frequência daquele que desperta. Portanto, não se trata de exigir da espiritualidade uma resposta enquanto a própria consciência permanece adormecida em padrões incompatíveis com aquilo que deseja alcançar. O despertar pessoal melhora os acessos porque amplia a condição vibracional do Ser para perceber, sustentar e integrar o que antes lhe era inacessível.

A falsa luz e o desvio pelo fanatismo

Uma pessoa em ambiente espiritual luminoso, diante de uma figura carismática muito iluminada, enquanto sua própria luz interior aparece em contraste, representando o desvio pelo fanatismo e a necessidade de discernimento.
Uma pessoa em ambiente espiritual luminoso, diante de uma figura carismática muito iluminada, enquanto sua própria luz interior aparece em contraste, representando o desvio pelo fanatismo e a necessidade de discernimento.

Muitos se envolvem em estudos ditos espirituais, onde a mística e adoração a seres ditos iluminados são o objeto de seus anseios que alimentam seus egos, porém cabe dizer que a falsa luz existe e guias cegos ou malfeitores da evolução se aproveitam desta entrega, às vezes muito sinceras, para absorção energética ou encaminhamento ao erro do fanatismo.

Esse é um ponto que não pode ser ignorado. Há entregas sinceras que, por falta de discernimento, tornam-se portas para o erro. Quando a mística e a adoração passam a ocupar o centro do anseio espiritual, o ego encontra alimento mesmo dentro de ambientes que se apresentam como elevados. A falsa luz existe, e justamente por isso o auto-policiamento constante de cada ação deve ser acompanhado também de vigilância sobre aquilo a que se entrega a própria atenção, confiança e energia.

Guias cegos ou malfeitores da evolução se aproveitam dessa entrega para absorção energética ou encaminhamento ao erro do fanatismo. O perigo não está apenas na má intenção alheia, mas também na disposição de muitos em terceirizar o próprio despertar. Quando alguém busca adorados, passa a se afastar da vivência direta da autoconsciência e da união com a divindade. E quanto mais alimenta essa dependência, mais se distancia da liberdade interior que caracteriza a verdadeira espiritualidade.

A espiritualidade não tem lideres, não tem adorados e não aceita adoradores. Não atuam baixo rezas, cânticos ou magias.

Essa afirmação precisa ser recebida em sua inteireza. A espiritualidade não se estabelece pela adoração, nem pela submissão a figuras colocadas acima da própria consciência. Também não atua sob mecanismos exteriores tomados como garantia de acesso. O estado espiritual verdadeiro não se compra com repetição, não se sustenta com aparência devocional e não se confirma por exaltação de intermediários. Onde há dependência, exaltação pessoal e fanatismo, a liberdade de consciência já foi comprometida.

Humildade, amor ao próximo e autodescobrimento

Uma pessoa meditando com aura cósmica visível, núcleo estelar brilhando no corpo, olhos com reflexos de estrelas e energia espiritual subindo em direção ao céu.
Uma pessoa meditando com aura cósmica visível, núcleo estelar brilhando no corpo, olhos com reflexos de estrelas e energia espiritual subindo em direção ao céu.

A espiritualidade é livre estado de consciência que trás plenitude interior e satisfação de ser luz em todas suas manifestações, não para agrado do ego e sim pela alegria de estar cheio do amor divino.

Ser luz em todas suas manifestações não significa representar um papel, mas permitir que o amor divino encontre expressão viva no pensar, no agir e no executar. A plenitude interior nasce dessa coerência. Quando o ego deixa de buscar agrado para si, abre-se espaço para a alegria de estar cheio do amor divino. E essa alegria não depende de reconhecimento exterior, pois encontra sua satisfação no próprio estado de consciência alcançado.

Tantos quanto se entregam à verdadeira humildade, trabalho continuo pelo amor ao próximo, que mantém seus estudos e práticas como prioridade para seu autodescobrimento, certamente chegará ao estado de autoconsciência e por fim terá acesso a sua memória integral além de acesso aos registros akashicos deste universo e de outros.

A verdadeira humildade é parte indispensável dessa jornada, porque sem ela o estudo se transforma em vaidade e a prática se transforma em exibição. O trabalho contínuo pelo amor ao próximo purifica a intenção e impede que a busca espiritual se reduza a interesse pessoal. Quando estudos e práticas são mantidos como prioridade para o autodescobrimento, o Ser consolida as condições necessárias para alcançar o estado de autoconsciência.

E esse estado não é pequeno. Ele conduz ao acesso à memória integral e também aos registros akashicos deste universo e de outros. Nada disso aparece como prêmio para curiosidade ou distinção. Surge como decorrência de um processo de amadurecimento vibracional, de alinhamento com as Leis Universais e de fidelidade ao próprio trabalho interior.

Sendo assim, porque esperas um momento ideal para sua entrega verdadeira ao trabalho que lhe foi solicitado já que te prontificastes a executar como voluntário nesse mundo?

Essa pergunta precisa ecoar dentro de cada consciência que já percebeu o chamado e ainda assim adia o passo. O momento ideal, para muitos, torna-se uma justificativa para prolongar a espera. Mas se houve prontificação para executar como voluntário nesse mundo, então há também responsabilidade diante do trabalho solicitado. Adiar indefinidamente a entrega verdadeira é permanecer distante daquilo que já foi reconhecido interiormente.

Já é chegada a hora missionário...

Abra sua mente, aceite o convite para a autodescoberta e comece a utilizar as ferramentas que trouxe ao mundo para executar teu trabalho digno.
Seja Luz!

A Todo Instante!

Sempre Seja Luz!

Azui   -   (Um Irmão Intraterreno)

Canalizado por Shietnar  / Carlos de Oliveira

Missionários de Shan

Fonte de referência: Canalização (software) — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que significa autoconsciência neste artigo?

Autoconsciência aqui é a capacidade de perceber quem você é de forma mais profunda, com honestidade e presença. É um caminho de contato com a própria essência, sem se limitar só à parte material da vida.

Como a autoconsciência pode ajudar no dia a dia?

Ela ajuda a reconhecer emoções, escolhas e padrões de comportamento com mais clareza. Isso facilita decisões mais alinhadas com o que você realmente sente e valoriza.

É preciso ter conhecimentos espirituais para entender esse tema?

Não. O texto fala de um processo acessível, que começa pela observação sincera de si mesmo. A ideia é aproximar reflexão interior e vida prática, de forma simples e possível.

Qual é o principal convite do artigo?

O principal convite é olhar para si com mais verdade e disposição para evoluir. O texto propõe que a busca pela autoconsciência é um caminho de encontro com a própria essência e com mais harmonia interior.