Apresentação Shietnar - Carlos de Oliveira
Categoria: Video
Por Carlos de Oliveira (Shietnar)
Meu nome é Carlos de Oliveira. Eu estou Carlos de Oliveira, e eu sou Shietnar. Essa integração, essa descoberta de quem eu sou, chegou muito cedo, quando eu tinha 14 anos de idade. Eu era católico, er...
Quem eu sou e como tudo começou
Meu nome é Carlos de Oliveira. Eu estou Carlos de Oliveira, e eu sou Shietnar. Essa integração, essa descoberta de quem eu sou, chegou muito cedo, quando eu tinha 14 anos de idade. Eu era católico, era coroinha, muito participante da igreja, e os acontecimentos da vida me levaram a despertar muito cedo.
Eu era um jovem normal, brincava, bagunçava, corria, andava de bicicleta. Mas me vi muito cedo numa situação de lembranças, em que acabei lembrando de tudo. Naquele período, quando eu ia para a escola e transitava entre a escola e a casa da minha tia, em São Paulo, eu já olhava para o céu e sentia muita saudade de alguma coisa. Muitos entendem do que eu estou falando.
Essa saudade era constante em mim. Às vezes eu estava no meio de um grupo de amigos, conversando, fazendo uma fogueira, olhando para o céu cheio de estrelas, e chorava. Eu saía de canto e chorava com saudade de alguma coisa que eu não sabia explicar. Isso me acompanhou de forma muito forte na adolescência.
A luz que me seguia e a aceitação da missão
Na época em que eu tinha 14 para 15 anos, toda vez que eu andava entre a Praça Silvio Romero e a rua onde morava minha tia, eu percebia uma luz me seguindo. Eu achava que era uma bola de luz. Ela ficava acima dos prédios e se movimentava de acordo com os meus passos. Se eu andasse mais depressa, ela andava mais depressa; se eu parasse, ela parava.
Eu fiz todas as experiências possíveis. Corri na rua, testei, observei, e percebi que aquilo realmente me acompanhava. Quando eu chegava na casa da minha tia e fechava o portão, essa luz subia em espiral. Eu achava aquilo fantástico. Isso aconteceu algumas vezes, até um dia em que ela apareceu mais próxima, mais luminosa, mudando de cores, e ficou parada sobre a casa por mais de meia hora.
Naquela noite, entrei, deitei, olhei no rádio-relógio e vi que era por volta de 23h30. Fiz minha oração, como bom católico: rezei Pai Nosso, Ave Maria. Eu ainda estava acordado quando uma luz azul se aproximou da janela e entrou no quarto. Ela se condensou numa esfera de luz azul muito viva, muito intensa, e ficou aos meus pés. A luz era tão forte que não dava para olhar diretamente para ela.
Eu aceitei tudo com naturalidade. Em seguida, essa luz começou a crescer e se tornou um grande portal. Lembro da última vez que olhei para o relógio: 11h38, 11h39. Escutei vozes metálicas nos dois ouvidos, externas, muito claras, e fiquei entorpecido. Começaram a passar muitas coisas da minha vida terrena, e depois eu perdi a noção daquele intervalo.
Quando retornei a mim, já era por volta de meia-noite e vinte. Para mim, parecia que eu tinha apenas piscado os olhos. Escutei novamente as vozes e respondi: eu aceito, eu vou continuar. Apesar de eu não entender o idioma falado, eu compreendi todo o conteúdo. E foi assim que eu aceitei essa missão.
O rompimento com o antigo caminho e o início dos estudos
No dia seguinte, não consegui trabalhar nem estudar. Fui falar com o padre, o Padre Paulo, porque eu já tinha várias conversas com ele e questionava muitas coisas: imagens, santos, confissão. Naquele dia ele foi direto comigo. Disse que eu não era católico, que nunca seria, e que a melhor coisa que eu tinha a fazer era sair e buscar o meu caminho.
Eu me espantei e perguntei se ele estava me expulsando. Ele disse que não, que estava apenas me orientando a buscar o meu caminho, porque o que eu estava vivendo não era fé, era vivência. Ele mesmo disse que estava ali por fé, e que nem tudo tinha explicação para ele. Mas, como eu estava sabendo o que estava acontecendo, eu precisava seguir o meu próprio rumo.
A partir dali, chamei alguns amigos para falarmos sobre espiritualidade, ufologia, pirâmides e parapsicologia. Para um menino de 15 anos, tudo isso era muito claro e muito comum. Com 16 anos de idade, eu já tinha um grupo com cerca de 60 pessoas. Nós nos juntávamos no parque da cidade, eu levava um aparelho de som, fazíamos meditações e relaxamento guiado, e as informações simplesmente fluíam.
Não tinha aspecto de estudo naquele primeiro momento, embora depois eu tenha lido muito. Naquele tempo, eu simplesmente sabia. Mais tarde participei da OBRADET, a Organização Brasileira de Estudos Transcendentais, um grupo voltado ao estudo da parapsicologia, do parapsiquismo e de experiências relacionadas a esses fenômenos.
As percepções, a aura e a projeção astral
Nesse período, comecei a ter experiências muito marcantes. Depois de uma vivência de abraçar árvore para interagir, passei a olhar para as pessoas e ver cores ao redor delas. Chamei o professor Jaime, um parapsicólogo, e disse que precisava ir ao médico porque eu achava que estava com um problema na visão. Eu via luzes e cores em volta das pessoas e das coisas.
Ele começou a me perguntar o que eu via em cada pessoa. Fui descrevendo as cores, os tons, as regiões mais densas ou mais luminosas. Então ele me disse que eu não estava doente da visão física: eu estava vendo aura. Nessa época, isso acabou se espalhando e as pessoas começaram a fazer fila para saber a cor da própria aura.
Essa experiência durou cerca de uma semana e me incomodou muito. Por isso, eu sempre deixo um alerta: nunca solicitem que a terceira visão seja aberta totalmente. Fica complicado distinguir o que é físico e o que é extrafísico. A pessoa começa a ver entidades, assédios, miasmas, formas-pensamento, e isso exige um controle emocional muito grande.
Naquela época, eu ainda não entendia o que eram mentores. Pedi mentalmente ao meu anjo da guarda que retirasse aquilo de mim. Com o tempo, essa percepção se atenuou, e mais tarde eu consegui escolher quando ver e quando não ver aura. Isso só aconteceu depois de muito estudo, empenho e dedicação.
Aos 16 anos também tive minha primeira projeção astral totalmente lúcida e consciente. Deitei, relaxei o corpo físico e simplesmente saí dele. Foi nesse momento que conheci o meu mentor e uma mentora. Também não foi surpresa ver irmãos extraterrestres ali ao lado. Entendi imediatamente que eram companheiros de jornada, missionários com missões aqui no planeta.
Memória, vida material e a mudança de rumo
Por volta dos 17 anos, me veio toda a minha memória. Tive acesso aos registros acásticos, entendi minha encarnação antes de estar aqui e revivi experiências ao lado desses irmãos. Todos eles me chamavam de Shietnar. Por isso, usei esse nome durante muitos anos, ainda que tivesse dificuldade de aceitação por parte da família, dos amigos, dos parentes e da sociedade.
Hoje tenho 44 anos de idade. Comecei tudo isso aos 14, numa época em que não existia internet, nem e-mail, e o estudo muitas vezes era feito por troca de correspondência. Também me tornei ufólogo, fiz estudos de campo e tive referências como publicações da área, mas o que mais me trouxe compreensão foram as próprias experiências que vivi, principalmente nas projeções astrais conscientes, semiconscientes e rememoradas.
Minha vida não foi feita só dessas experiências. Eu me casei muito cedo, aos 19 anos, seguindo princípios de família, me separei aos 21, tive uma filha maravilhosa, depois me casei novamente e tive mais dois filhos. Lidar com uma pessoa que vive intensamente a vida espiritual no mundo material não é algo simples. Hoje tenho minha companheira, Shayene, muito espiritualizada, e ela tem me ajudado nesse processo que estamos vivenciando.
Ao longo do tempo, também me tornei empresário. Montei empresa, tive 50 funcionários, montei empresa no México, e tudo isso foi consumindo minha saúde física e mental. Em determinado momento percebi que estava dentro de um sistema de consumo, vivendo no piloto automático: acordar, trabalhar, comer, voltar para casa, repetir. Quando percebi que estava sendo consumido e deixando de existir por causa da materialidade, eu precisei frear bruscamente.
Do dia para a noite, determinei fechar a empresa, dispensar as pessoas e mudar radicalmente o meu estilo de vida. Não foi fácil sair desse sistema. Mas, a partir daí, veio uma transformação. E, sincronicamente, a espiritualidade voltou a se abrir com mais força novamente.
Minha proposta e os missionários de Shan
O importante é que vocês entendam quem eu sou e qual é a minha proposta de vida. Eu não desci de uma nave espacial e não estou aqui como salvador, porque isso não existe. A salvação é pessoal, interior, ligada às nossas ações, atitudes e à sintonia que escolhemos manter. Por isso, eu assumo quem eu sou: eu sou o Shietnar.
Também quero falar dos missionários de Shan. Tenho visto, nesses últimos tempos, que as pessoas estão se abrindo mais, entendendo mais, e que as novas frequências estão cumprindo o papel de despertar a consciência. Muita gente tem se aproximado com intenção sincera de ser útil e de trazer uma nova luz a esta humanidade, cansada das mesmices, dos paradigmas antigos e de muita distorção que circula na internet.
Eu chamo de falsa luz os grupos e mensagens que usam nomes bonitos, nomes de anjos, arcanjos e seres intergalácticos, mas que não promovem crescimento e sim idolatria. É preciso observar o conteúdo das mensagens. Um ser que já ascensionou, que compreende a dualidade e está em níveis elevados, não vai alimentar esse tipo de relação. Estamos falando de consciência e de luz, e não de fantasia criada pela mente humana.
Dentro das pessoas que têm se aproximado, percebo também um grupo vivendo um despertar dolorido. São pessoas sofrendo física, mental e emocionalmente, muitas sem se encontrar neste mundo. Vamos tratar desses assuntos para entender os porquês disso tudo. Estamos vivendo uma época em que grande parte da população encarnada na Terra é de origem extraterrestre e está na primeira ou segunda encarnação, e isso ajuda a compreender por que tantas pessoas se sentem deslocadas e com saudade de um lugar que não sabem qual é.
Nós estamos vivenciando um momento de transição planetária. Despertar é perceber que existe mais do que aquilo que era limitado, mas não adianta despertar e continuar parado. É preciso tirar esse pijama consciencial, vestir a nova roupa dessa nova era e dar os passos seguintes. Eu não estou aqui para que me sigam como mestre ou guru, porque isso não existe. Eu sou igual a vocês, sinto dores, vivo dificuldades, e o que espero é que cada um se esforce de verdade para realizar a própria transformação e a própria melhora.
Fonte de referência: Video — Wikipédia
Perguntas Frequentes
Quem é Carlos de Oliveira e o que significa ser Shietnar?
Carlos de Oliveira é o autor do relato e alguém que diz ter descoberto, ainda na adolescência, sua identidade como Shietnar. No artigo, ele explica essa vivência como parte da sua trajetória pessoal e espiritual.
Como começou a descoberta dessa missão na vida dele?
Segundo o texto, essa percepção surgiu por volta dos 14 anos de idade. A partir daí, ele passou a entender melhor sinais, experiências e o sentido dessa missão.
O artigo fala sobre experiências espirituais específicas?
Sim. Ele menciona temas como aura, projeção astral, memória e mudanças de percepção sobre a vida material. Esses elementos ajudam a contar como ele foi mudando de rumo ao longo do tempo.
Quem são os Missionários de Shan mencionados no título?
Os Missionários de Shan aparecem como parte da proposta e do caminho apresentado por Carlos no artigo. O texto sugere uma ligação com sua missão e com o grupo ou ideia que ele ajuda a divulgar.