O Poder da Mente - Canalização de Kalactikran

Categoria: Video

Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

O Poder da Mente - Canalização de Kalactikran

Eu sou Carlos de Oliveira, conhecido no universo como Shietnar, e trago a proposta dessas aulas online sobre a espiritualidade universal com o objetivo de transcender as limitações que as doutrinas, o...

Minha proposta ao falar de espiritualidade universal

Eu sou Carlos de Oliveira, conhecido no universo como Shietnar, e trago a proposta dessas aulas online sobre a espiritualidade universal com o objetivo de transcender as limitações que as doutrinas, os dogmas e as religiões acabam nos impondo. O que eu busco é oferecer um ponto de vista mais cósmico, mais amplo, uma visão de vida universal, de existência universal e de ciclo universal. Não sou criador de nenhuma teoria, não sou mestre de nada. Sou apenas uma pessoa, um irmão que tem muita vontade no coração de poder dar esclarecimentos e ajudar quem quer que seja dentro daquilo que eu vim fazer neste planeta.

Falo a partir das experiências que adquiri na minha vida, nos meus estudos, nas minhas meditações, nas minhas experiências espirituais e nos contatos com irmãos espirituais do plano terrestre, irmãos extraterrestres, ou estelares, como muitos chamam, e irmãos intraterrenos. Tudo isso me leva sempre ao mesmo ponto: todos nós temos a capacidade de nos sintonizar conosco mesmos. Quando eu abordo esses temas, não é para criar dependência em ninguém, mas para favorecer entendimento, lucidez e um reencontro interior.

O poder da mente e a compreensão de que tudo é frequência

Quando eu falo sobre o poder da mente, começo de um princípio muito simples: tudo é frequência. Hoje muita gente tem ouvido falar de física quântica, e a própria ciência está descobrindo, ou já descobriu, que o físico, como nós imaginamos, não existe da forma sólida e definitiva que costumamos acreditar. Quando se chega ao átomo, ele ainda se divide, e dentro dessas conceitualizações vai ficando bem demonstrado que tudo é frequência, em graus maiores e menores.

A densidade corresponde a um nível de frequência mais baixo. À medida que a frequência vai aumentando, as coisas vão se tornando mais sutis, e só o universo vai saber onde chegam as limitações disso, se é que existem. Sendo tudo frequência, precisamos entender que os nossos pensamentos e a nossa consciência emitem ondas, e essas ondas são frequência. Frequências são ciclos, e essa compreensão é importante para que a gente comece a entender a nossa vida e o nosso próprio estado de matéria.

Eu costumo sugerir que todos estudem e conheçam pelo menos o mínimo de física quântica. Não porque seja necessário sair por aí falando tecnicamente sobre isso, mas porque esse conhecimento tem proporcionado ferramentas para entendermos melhor tudo o que se refere à matéria e, portanto, às nossas próprias vidas. Existem experiências conhecidas, como a prova da dupla fenda e outras demonstrações, que ajudam a esclarecer um pouco mais essa realidade.

A mente como fonte de criação

Se o pensamento é emissão de ondas, chegamos a uma conceitualização muito importante: nós criamos a nossa realidade. Foi provado que, quando nós olhamos alguma coisa, ela tem um estado, e quando não olhamos, esse estado é diferente. Não vou entrar em detalhes técnicos, porque existe uma sequência de estudo para isso, mas esses conceitos já são suficientes para começarmos a entender que a nossa mente é uma grande fonte de criação.

Se emitimos ondas, e essas ondas têm a capacidade de se tornarem frequência, e se essa frequência pode, em algum momento, se tornar matéria, então entramos no famoso processo de colapsar uma onda. Gosto muito do trabalho do professor Hélio Couto, que usa bastante esse termo e trabalha a ressonância harmônica. Trata-se de criar uma estrutura mental de tal maneira que aquilo que pensamos já se torne realidade em nossos pensamentos.

Esse exercício traz resultados surpreendentes. Eu diria que estamos conversando hoje graças a um trabalho que fiz de ressonância harmônica há um tempo atrás. Colapsei essa onda, fiz tudo o necessário, e estamos aqui conversando. O grupo se formou, os missionários de Shan estão tomando forma, e vocês estarem aqui faz parte desse processo e desse meu pensamento. É lógico que várias coisas vão se adaptando no meio do caminho, e a gente vai tendo que trabalhar novamente a mente, corrigindo o curso daquilo que almejamos.

Parapsiquismo, mediunidade e o medo do que não se conhece

Hoje, quando se fala em poder da mente, fala-se muito de física quântica. Em outros tempos, esse tema era ligado diretamente à parapsicologia e ao estudo dos parapsiquismos. Mas houve uma mudança de conotação importante, porque o parapsiquismo não é propriamente um poder da mente. O parapsiquismo é um atributo da alma.

Ele se manifesta através do corpo físico porque é o corpo que estamos habitando, mas pertence à consciência. Manifesta-se através de atributos físicos que escolhemos antes de encarnar, para trabalhar de alguma maneira essas capacidades. Como não temos memória clara dessas propostas que fizemos antes de reencarnar, muitas vezes ficamos perdidos diante do parapsiquismo e também da mediunidade.

É por isso que tantas pessoas se lamentam quando certas coisas começam a acontecer com elas. Elas passam a ter medo. O medo, para mim, nada mais é do que insegurança diante daquilo que não se conhece. Se a pessoa se propõe a conhecer o que está acontecendo com ela, certamente encontrará respostas necessárias para perder o medo desses atributos e começar a usufruir daquilo, percebendo que, usando positivamente, isso vai fazendo o melhor para ela e ajudando-a a se encaixar dentro desses quesitos de parapsiquismo ou mediunidade.

Por isso, ao estudar o poder da mente, eu entendo que hoje precisamos primeiro estudar um pouco de física quântica, para depois compreender melhor toda a capacidade mental, psíquica, parapsíquica e mediúnica. Aquilo que antes se atribuía exclusivamente à mente passou a ser entendido, através de estudos, como atributo da consciência, manifestado no corpo físico em que estamos.

A orientação recebida: frequência, unidade e despertar

Em determinado momento, eu deixei fluir uma orientação direta de um mentor, que se apresentou saudando a todos os irmãos que buscam lucidez, o conhecer da própria essência e da própria missão neste planeta. A mensagem trouxe a ideia de que hoje são utilizadas todas as tecnologias possíveis para que os ensinamentos cheguem mais longe e mais rápido. Também foi dito que muitos já entendem, de forma tranquila e serena, que canalizar nada mais é do que receber orientações conforme as frequências com as quais se está engajado.

A mensagem lembrou que, ao longo do tempo, nós mesmos criamos imagens e formas para esses irmãos: asas, auréolas, espadas, vestimentas e até condutas. Mas foi afirmado com simplicidade que eles são tão luz quanto nós, e tão iguais a nós que talvez nos entristecêssemos de ter buscado tanto para encontrar algo tão próximo. Segundo essa orientação, somos iguais e semelhantes em todos os aspectos da vida neste universo, e a fisicalidade é apenas um breve instante da existência.

Também foi esclarecido que não existem grandes distâncias entre nós, entre vocês, entre os superiores a nós e os que não estão no mesmo nível neste momento. Houve um apelo para não julgarmos nem pré-julgarmos, mas entendermos a consciência como algo que passa por níveis conscienciais em momentos de experiência e aprendizado. A acessibilidade entre nós e eles foi colocada como algo ao alcance da grande maioria da humanidade, bastando entrega ao interior e aos próprios princípios de vibração.

Outro ponto central foi o de que as frequências vibracionais são o que nos unem ou nos afastam. As ações são as que trazem paz, e as próprias ações também trazem a dita dor. A dor foi apresentada como ausência de conexão com o divino, como falta de conhecimento do espaço infinito e das próprias missões como seres, consciências e centelhas. Se todos somos um, então o grande objetivo é entrar em harmonia e sincronicidade, consciência à consciência, até reconhecer que todos sois um e que todos somos um.

A orientação ainda abordou a variedade da vida no universo e a limitação dos nossos julgamentos sobre aquilo que não conhecemos. Foi dito que há planetas sem água, sem terra, sem oxigênio, e que, diante das infinitas possibilidades do universo, infinitas são também as características físicas daqueles que ali vivem. Por isso, não devemos criar alegorias e sintonias diversas dando nome e aspecto ao que ainda não conhecemos.

Quanto ao contato com esses irmãos, foi explicado que muitas pessoas questionam por que esse contato não acontece do modo que desejam. A resposta foi clara: muitas vezes pensamos apenas pelo ego, querendo que eles resolvam os nossos problemas. No entanto, eles estão aqui para apoiar, ajudar e orientar, para que compreendamos o momento de ascensão e a necessidade de elevação vibracional. Vivemos um momento de transição planetária, e muitas coisas ainda ocorrerão antes de uma presença massiva e visível para toda a humanidade.

Foi dito também que existe um grande movimento entre consciências, terrestres e não terrestres, ascensos e não ascensos, em prol desse despertar coletivo. Frequências várias, tecnologias várias e trabalhos vários estariam sendo realizados incessantemente para oferecer a cada um a oportunidade de restabelecer o contato com o seu eu interior. O livre-arbítrio foi apontado como poder de criação e co-criação, mas também como caminho que pode conduzir ao erro e ao engano.

Houve ainda um chamado direto àqueles que vivem sofrimento, angústia e desespero. A mensagem afirmou que muitas almas estão vazias de ser, porque passaram longos períodos da vida no ter e, ao ter, deixaram de ser. A preocupação com mazelas, emotividades e delírios frenéticos de consumo foi relacionada ao sofrimento e à angústia. Ao mesmo tempo, foi lembrado que é possível viver em harmonia entre fisicalidade, materialidade, espiritualidade e expansão de consciência, determinando os próprios tempos conforme a vontade de crescimento e entrega ao verdadeiro ser.

Por fim, essa orientação se apresentou como vinda de mentores, amigos, irmãos, luz como nós também somos. A exortação foi para dar mais atenção a si e menos ao fora, buscando no mundo interior aquilo que nunca será encontrado no mundo exterior.

Transformar ensinamento em ação e viver a própria experiência

Para mim, canalizar dessa forma foi uma situação bem diferente. A energia envolvida é algo fora de série, uma paz e um amor fraterno tão fortes que dá vontade de abraçar todo mundo, amar todo mundo e resolver o problema de todo mundo. E isso me faz perceber o quanto nós ainda somos falhos e teimosos, mesmo tendo nas mãos um mundo de conhecimento e um mundo de saber ao qual tantas vezes não damos a devida atenção.

O que eu desejo, acima de tudo, é que possamos fazer o nosso papel. Que possamos usar essas informações, esses ensinamentos e essas palavras desses irmãos de luz, irmãos mais velhos que se esforçam para nos cuidar e orientar, e transformar tudo isso em ação. Que o nosso cotidiano consiga traduzir verdadeiramente os nossos estudos, para que eles não sejam mera curiosidade, mas sim um agente transformador.

Eu desejo a cada um que possa se encontrar no seu caminho, sair do seu sofrimento e sair do seu momento de dor. Não tenho pena da dor de ninguém, porque acho que, na maioria das vezes, a dor traz ensinamento e crescimento. Às vezes é duro passar por aquele momento, mas depois percebemos o quanto podíamos ter sido bobos em sofrer por determinada situação. Muitas dessas coisas que nos acontecem são justamente as que nos dão o impulso para pular para frente.

Também insisto muito em algo que considero essencial: que as palavras se tornem carne. Não existe uma verdade absoluta, não existe dono da verdade. Independente de crença, caminho ou jornada, todos têm o direito e o dever de vivenciar a própria experiência. O que eu realmente oriento é que cada um viva as suas próprias experiências, e não as experiências dos outros, porque se o outro estiver cometendo um erro, você pode acabar cometendo um erro de tabela.

Por isso, considero importante usar a mediunidade ao nosso favor. Essas características que nos foram permitidas ter, e que escolhemos ter, como clarividência, vidência, incorporação, clareaudiência, clareoliência, claresapiência e diversas outras, existem em todos em maior ou menor grau. Precisamos começar a falar sobre elas para que cada um se entenda, se conheça e tenha a capacidade de usar isso a seu favor, entrando em contato com a sua essência interior e buscando o próprio caminho através do seu Deus interior, que é o Deus exterior, que é o tudo que é.

O que eu mais desejo é uma transformação verdadeira para melhor. E que as nossas ações sejam de luz com nossos filhos, esposas, maridos, pais, irmãos, amigos, colegas, com seres humanos, com seres espirituais e assim por diante. Que sejamos luz e encontremos a luz que existe em cada ser, porque assim aprenderemos a respeitá-los como essa luz que eles são. Namastê, amados irmãos. Amo todos vocês. Sejam luz, sejamos luz.

Fonte de referência: Video — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que significa “poder da mente” neste artigo?

É a ideia de que pensamentos, emoções e foco influenciam a forma como você percebe e vive a realidade. O artigo mostra esse poder como algo ligado à consciência, à frequência e ao desenvolvimento interior.

O que quer dizer que tudo é frequência?

Quer dizer que tudo emite e recebe vibrações, incluindo estados mentais e emocionais. Quando você muda sua frequência interna, pode mudar também sua forma de agir, sentir e se relacionar com o mundo.

Como a mente pode ser usada como fonte de criação?

A mente cria a partir daquilo em que você acredita, imagina e repete no dia a dia. Por isso, cultivar pensamentos mais claros e positivos ajuda a construir experiências mais alinhadas com seus objetivos.

O artigo fala sobre mediunidade e parapsiquismo de forma assustadora?

Não, a proposta é tratar esses temas com leveza e sem medo. A ideia é entender essas experiências como parte do despertar humano, com foco em unidade, equilíbrio e compreensão.