Processos Espirituais e Físicos no Universo

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Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

Processos Espirituais e Físicos no Universo

Sou paulista, engenheiro eletrônico, sempre fui empresário e trabalhei com várias questões dentro da Matrix. Quando iniciei o meu processo de ativação, eu tinha 14 anos de idade. Eu era católico, vinh...

Minha experiência aos 14 anos

Sou paulista, engenheiro eletrônico, sempre fui empresário e trabalhei com várias questões dentro da Matrix. Quando iniciei o meu processo de ativação, eu tinha 14 anos de idade. Eu era católico, vinha de família católica, tinha estudo dentro do catolicismo, já para dar aula de catequese, porque fiz crisma e até coroinha eu fui.

Nessa época, quando comecei o Senai, eu ia para a escola e, ao voltar, algumas luzes me seguiam. Isso acontecia no centro de São Paulo, na região do Tatuapé, há cerca de 35 anos, quando ali ainda havia muito espaço livre. Todos os dias, ao retornar da escola, essa luz me acompanhava, aproximando-se uns 400 ou 500 metros. Eu olhava com naturalidade; não tinha curiosidade, só achava estranho que aquela luz me seguia.

Quando eu chegava em casa, ela subia em espiral. Isso aconteceu por uns seis meses, todos os dias. Em uma dessas ocasiões, comecei a sentir o que hoje entendo como energias: um frio na barriga, uma movimentação na coluna, algo que me movia por dentro. Na época, eu não sabia nomear aquilo.

Ao deitar para dormir, no quarto onde eu ficava na casa da minha tia, uma luz azul entrou pela janela. Era como uma bola de tênis azul. Aquela esfera se ampliou como um portal, fisicamente, dentro do meu quarto, e eu percebia isso de forma concreta: eu levantava a mão, via a sombra da minha mão, via os móveis, via a sombra deles.

Naquele momento senti um torpor mental muito forte, como se toda a minha vida até ali passasse em segundos dentro da minha cabeça: pai, mãe, irmãos, escola, tudo. Em seguida, senti uma energia muito intensa e, quando me dei conta, eu estava dentro de uma nave, fisicamente. Foi uma experiência inesperada, muito pessoal, e até hoje falar disso me emociona.

O que mudou depois do contato

Eu vi seres de formato diferente, com cabeça diferente, olhos diferentes, mas junto com isso percebi uma manifestação energética de amor e uma grande tranquilidade. Durante todo esse processo eu tive tranquilidade. Lembro que me sentei em uma estrutura que parecia um acolchoado em pé, algo em que eu me encaixava. Havia mais seis pessoas ali e, em determinado momento, perdi a consciência.

Esse evento começou às 23h36. Eu sabia o horário porque havia um rádio-relógio ao lado da minha cabeça. Quando retornei, já eram 14 para as 4 da manhã. Naquele momento, eu não soube o que aconteceu durante esse período de inconsciência.

Na semana seguinte, algo estranho aconteceu. As coisas passaram a ter clareza para mim; eu simplesmente entendia certas coisas. Comecei a questionar muito o padre, fui atrás dele, e isso me trouxe dificuldades. Literalmente, fui convidado a me retirar.

Também tive medo de falar com meus pais. Nunca falei com eles sobre isso, nem com meu pai antes de ele falecer. Preferi guardar para mim, porque sabia que haveria pré-julgamentos e dificuldades. Só fui me abrir sobre isso há poucos anos, já pela internet.

Uma semana depois daquele contato, comecei a ver vultos, depois entidades, depois aura. A visualização do plano espiritual foi se manifestando cada vez mais. Chegou um momento em que eu não sabia distinguir quem estava encarnado e quem não estava, e isso é muito difícil. Olhar para as pessoas na rua e perceber processos de assédio espiritual, de ordem sexual, de drogas ou álcool, não é nada bonito.

Mentores, psicografia e o caminho espiritualista

Com o tempo, entendi que existe uma limitação natural para que a gente consiga viver o dia a dia com alguma tranquilidade. Tanto que eu pedi ajuda, e antes mesmo de pedir, meus mentores espirituais se apresentaram. Cerca de 30 dias depois, três mentores de três origens extraterrestres diferentes se manifestaram novamente no meu quarto, cada um com um formato diferente.

Eu nunca tinha visto ou ouvido falar de disco voador, espiritismo ou qualquer dessas coisas. Tudo aconteceu com tranquilidade, mas, de início, me pareceu algo imposto. Depois descobri que não era imposto; era da minha própria vontade antes de eu encarnar aqui.

Com essas experiências, comecei a escrever muito. Eu psicografava todos os dias, mensagens diferentes, e às vezes, ao lado de alguém, surgia em mim a vontade de escrever e entregar. Foi nesse momento que procurei o kardecismo. Fiquei um ano ali, mas entendi que eu não era espírita: sou espiritualista, sou universalista.

Eu compreendi, através desses irmãos, que a realidade vai além. Não existem falhas nesse processo. Cada doutrina, cada religião, está certa dentro da sua proposta, porque veio no momento certo para ajudar as pessoas certas, no momento certo da vida delas. O problema surge quando a gente limita a compreensão apenas ao plano espiritual ligado à Terra e deixa de entender um monte de coisa que nos acontece.

Somos consciências em experiência

Eu tenho uma confissão a fazer: extraterrestre não existe. Todos somos filhos de um Deus, todos somos seres universais. Somos consciências em fase de experiência, cada um no seu momento, cada um vivendo o seu processo de crescimento.

Não existem almas criadas no planeta Terra. Viemos de algum lugar do universo, embora ainda não tenhamos capacidade ou conhecimento para entender de onde somos criados ou em que momento nos tornamos fractais da consciência superior, dessa consciência única que foi dividida em nós. Nós somos os euses, somos a própria manifestação divina, somos a própria centelha divina.

Vejo muita gente, especialmente na ufologia, procurando tudo fora. A solução parece estar no céu, na busca por ET, na manifestação física de espíritos, nos fenômenos externos. Estamos sempre procurando prova externa e, com isso, muitas vezes deixamos de olhar para o interno.

A mesma coisa acontece com passado e futuro. A gente vive tanto o passado e tanto o futuro, mas será que vive o presente? Estamos tão descentralizados de nós mesmos, como consciência e essência, que deixamos de dar atenção ao que realmente importa: o nosso processo é interior.

Eu falo isso por experiência própria. Passei por todas as religiões que encontrei no Brasil, pelo menos dois ou três meses em cada uma, para entender seus sistemas de crença. No final, percebi que o sistema de crenças é limitante, porque quase sempre vem de fora para dentro, com alguém dizendo no que devemos acreditar e como devemos agir. A programação está na escola, na política, na cultura, na família, e a religião muitas vezes também participa disso.

Projeto planetário, densidades e tecnologia

Quando falamos de um plano universal, estamos falando de algo coerente. Há um sincronismo no universo, nas leis físicas e até naquilo que a física quântica começa a descobrir. Se existe esse sincronismo, a nossa vida não deve se limitar apenas ao que acontece aqui do lado, como se tudo se resumisse a morrer, ir para certas faixas espirituais e seguir para a próxima encarnação.

Para mim, o karma não é algo negativo. O karma é uma ferramenta divina de aproveitamento da experiência da existência. Se eu cometo um erro e tenho a oportunidade de me reconciliar, então isso é uma graça.

Dentro dessa compreensão, existe o que nossos irmãos chamam de projeto Xan, que é o projeto da Terra. Esse projeto planetário se divide em densidades e níveis de densidade. Hoje, quando se fala de dimensão, existe a possibilidade de ela não ser apenas uma sequência rígida, mas variar conforme a vibração de cada um.

Quando encarnados, vivemos o esquecimento, o que muitos esotéricos chamam de véu de maia. Isso nos dá oportunidade de novas experiências, de reconciliações e de avanço. No plano espiritual, para quem é médium, vidente ou já teve projeções astrais lúcidas, fica evidente que o nosso corpo não é só físico: temos corpo físico, psicosoma, energético e mental.

No plano astral existe muita tecnologia, em níveis que ainda não conseguimos entender aqui. Primeiro a tecnologia se manifesta no plano astral; depois, quando há permissão, ela se manifesta no plano físico. Por isso estamos vivendo, nas últimas décadas, uma evolução tecnológica tão intensa. Essa tecnologia é usada por nossos amparadores e mentores, mas também pode ser usada por consciências rebeldes para processos de assédio.

Existem implantes e aparatos usados nesses processos. Muitas pontadas em lugares específicos, como têmporas e nuca, seguidas de cansaço, podem revelar esse tipo de assédio. O nosso objetivo deve ser impedir e até remover esses aparatos através do exercício energético. Há maneiras muito efetivas de defesa, porque o objetivo da nossa caminhada é evolução, inclusive na capacidade de cuidar de nós mesmos.

Transição planetária e a ampliação da consciência

O projeto planetário envolve uma rede sobre um orbe físico em condições propícias para a vida. Segundo a informação desses irmãos, tudo que existe aqui no planeta, desde sua criação, foi implantado. Isso porque estamos vivendo um momento de fisicalidade, mas nós não somos físicos. O corpo é apenas uma ferramenta de experiência da alma, um pequeno aparato de desenvolvimento da consciência.

Além do espírito, da energia e da parte espiritual, vai sobrar a consciência. A consciência, ligada ao que chamamos de corpo mental, é o que dá capacidade para experiências muito profundas, inclusive em projeções mais avançadas. Eu tive uma experiência de dupla projeção, saindo do corpo, indo ao plano astral e depois projetando a própria consciência. A sensação é de conexão com o todo, e depois voltar para o corpo se torna algo muito complexo.

Eu classificaria o projeto em faixas como plano material, umbral, penumbral, cidades e hospitais astrais, consciências em estágio superior que ainda cumprem missão, mestres ascensos e, acima disso tudo, um comando planetário. São consciências muito superiores, em comunicação com outros projetos planetários, em escalas cada vez mais amplas. Nós ainda não compreendemos essas consciências em sua totalidade.

Dentro disso, percebe-se que não viemos do planeta Terra. Muitas consciências passaram por outros processos planetários, como é apresentado em Exilados de Capela. Houve uma transição em que consciências foram trazidas para cá e receberam novas oportunidades de experiência, reconciliação e entendimento das próprias dificuldades.

Isso está ligado ao que hoje chamamos de transição planetária. O planeta também cresce, também muda de estágio. E quando determinadas consciências já não são compatíveis com aquele estágio, elas seguem para outro processo. É isso que estamos vivendo hoje na Terra. O planeta está em transição, e esse movimento acompanha tudo aquilo que venho observando através das experiências, dos estudos e das mensagens recebidas desses irmãos.

Fonte de referência: Video — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que o autor quer dizer com processos espirituais e físicos no universo?

Ele fala sobre a relação entre a vida material e a experiência da consciência. A ideia é mostrar que o que sentimos, pensamos e vivemos também faz parte de um processo maior.

Como a experiência aos 14 anos influenciou a visão de mundo do autor?

Esse momento marcou o início de uma mudança profunda na forma como ele passou a enxergar a vida. A partir dali, ele começou a questionar crenças antigas e a buscar respostas espirituais.

O que são mentores e psicografia no contexto do artigo?

Mentores são entendidos como consciências que orientam e ajudam no caminho espiritual. A psicografia aparece como uma forma de comunicação com essas consciências, dentro da vivência descrita pelo autor.

O artigo explica como a transição planetária afeta as pessoas?

Sim, ele sugere que esse processo amplia a consciência e pede mais responsabilidade com a própria vida. A proposta é entender mudanças internas e externas como parte de uma evolução coletiva.