Como Descobrir sua Origem Cósmica

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Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

Como Descobrir sua Origem Cósmica

Minha intenção sempre foi trazer um norte, trazer um rumo e compartilhar um pouco das experiências já vividas, tanto minhas como de vários outros irmãos que, ao longo de muitos anos dentro do caminho ...

Um trabalho voltado ao coletivo

Minha intenção sempre foi trazer um norte, trazer um rumo e compartilhar um pouco das experiências já vividas, tanto minhas como de vários outros irmãos que, ao longo de muitos anos dentro do caminho da espiritualidade, acabamos entendendo, conhecendo e aprendendo. Eu tenho recebido muitas mensagens de agradecimento, mas a verdade é que, quando a gente assume e entende que somos uma centelha divina, e que todos somos essa mesma centelha divina, compreendemos também que cada um de nós faz parte de um todo. Então o bem-estar de cada um é um bem-estar meu também, e vice-versa.

Dentro desse trabalho, nós fazemos também a meditação guiada, elevando nossas frequências e ampliando nossa sensibilidade em aproximação aos nossos mentores. Depois disso, utilizamos essas vibrações alcançadas e essa predisposição à doação energética para trabalhar junto com irmãos de luz, mentores, mestres espirituais e irmãos amparadores diversos, tanto terrenos como intraterrenos e extraterrestres. Doamos essas energias para que sejam utilizadas em processos de cura daqueles irmãos que têm necessidade.

Esse movimento tem me deixado muito contente, porque alcançou o Brasil inteiro e diversos outros países. Nunca se imagina que um trabalho desse tipo, feito com doação fraterna e sem objetivos financeiros, possa ir tão longe e atingir tantas pessoas. Já houve relatos de melhora das frequências nas casas, melhora das vibrações no lar, pessoas que falavam em suicídio e hoje estão em plena atividade junto a nós, e também pessoas que alcançaram curas físicas. Quando a gente faz as coisas com amor, as coisas funcionam. Não tem outra regra.

Por que falar sobre origem cósmica

Escolhi esse tema com base nas mensagens que recebo. Muita gente me pergunta: qual é a minha origem cósmica, o que é a origem cósmica e como fazer para saber isso. Há irmãos que dizem estar uma vida inteira tentando contato com os mentores para descobrir sua origem e nunca conseguiram. Essa é uma dúvida recorrente, e por isso eu quis tratar do assunto com mais clareza.

Também preciso deixar algo muito claro: eu tenho meus parapsiquismos, minhas mediunidades e meus contatos com mentores e irmãos diversos do extrafísico, mas eu não sou um guru. Eu não faço esse tipo de consulta de dizer para alguém qual é sua origem cósmica, qual é a cor da sua aura ou o que eu vejo da sua vida. Apesar de isso ser possível, e apesar de eu já ter alcançado sucesso através da clarividência dentro das minhas práticas e experiências, essa não é a intenção do trabalho.

O nosso trabalho é voltado ao despertar da consciência, à evolução do ser e ao coletivo. Essa é minha proposta de vida e essa é minha missão. Eu faço um trabalho profissional como terapeuta multidimensional, que é outra história, mas isso não é o objetivo aqui. Aqui, eu procuro trabalhar o coletivo, dando informação, conhecimento e esclarecimento. E muitas vezes, quando vocês expõem seus processos e suas dúvidas, isso ajuda muitos outros irmãos também.

Por isso eu sempre oriento que acompanhem os comentários e as perguntas deixadas nos temas. Muitas vezes, a dúvida do outro é a nossa também. E qual é o sentido de nós sermos individualizados? Justamente a evolução grupal. Temos o nosso despertar consciencial pessoal, mas existe também um despertar coletivo, porque somos todos centelhas divinas. É muito comum que a gente encontre no outro as próprias dúvidas.

O que é, de fato, a origem cósmica do ser

Quando eu falo de origem cósmica do ser, não posso restringir isso ao ser humano, porque o ser humano hoje é uma verdadeira gororoba extraterrestre. Existem neste momento no planeta milhares de raças, milhares de seres, de irmãos, que vieram de vários lugares do nosso universo e estão vivenciando a experiência da fisicalidade no planeta Terra e também o processo de transição planetária. Dentro dessas sincronias entre planetas e mundos, existe troca de consciências, migrações, emigrações e grupos de almas que vêm de um planeta para cá e saem daqui para outros lugares.

O mais importante, ao entrar nesse assunto, é compreender que tudo é muito grande. O ser humano ainda não consegue dimensionar o universo. O planeta Terra é muito pequeno diante de milhares, milhões ou bilhões de estrelas, e qualquer pensamento que tenhamos sobre isso precisa ser tratado com muito cuidado. Nossos irmãos das estrelas sempre estiveram junto ao nosso planeta, desde a criação da vida na superfície terrena, acompanhando toda a parte biológica, vegetal, animal e também o momento em que nossos corpos físicos foram inseridos para a manifestação de uma consciência mais consciente.

Esses irmãos nos acompanham desde sempre. Por isso, eu acho que termos como ovni e ufologia já se tornam palavras do passado, porque aquilo que era disco voador não identificado hoje já está mais do que identificado. Nós já sabemos que eles entram em contato conosco, ainda não de maneira massiva, mas isso acontecerá no momento em que tiver que acontecer. E não adianta ficar preso a datas, previsões ou teorias conspiratórias. Isso vai acontecer da maneira que tiver que acontecer.

Quando eu falo da origem cósmica do ser, estou falando da nossa primeira manifestação consciente, individualizada. É quando eu deixo de fazer parte do todo e sou criado pela fonte criadora como uma consciência individualizada pela primeira vez. O planeta Terra não tem esse atributo. Ninguém tem origem terrestre. Todos nós somos extraterrestres de natureza. Todos nós temos nossa origem cósmica em outro lugar deste universo.

Os limites dos rótulos e das raças mais conhecidas

Esse primeiro local de aprendizado e individualização pode ser de infinitos lugares deste universo. Por isso, não adianta afirmar simplesmente: eu sou pleiadiano, eu sou arcturiano, eu sou andromedano, eu sou liriano, eu sou felino. Isso é muito pequeno diante da dimensão dessa diversidade. O universo é infinito, a vida é abundante em todo o universo, e existem projetos planetários e trocas de grupos de almas que a nossa mente racional ainda não tem condição de compreender.

Quando eu falo dessas localizações tão usadas hoje em dia, estou dizendo que é limitante ir atrás apenas desses nomes. Pode servir como uma pequena referência, sim, porque nós estamos galgando degraus. Mas não dá para afirmar com veemência que somos deste ou daquele lugar sem compreender o quanto isso é vasto. Quando se fala em Pleiades, por exemplo, estamos falando de um sistema. A distância entre uma estrela e outra é gigantesca, e elas podem ter níveis evolutivos totalmente diferentes.

O mesmo vale para arcturianos, para Órion e para outros nomes. Para nós, isso parece apenas uma palavra, mas para quem conhece um pouco de astronomia percebe que essas distâncias são exorbitantes. Se alguém diz “sou pleiadiano”, eu pergunto: de qual planeta específico das Pleiades? Se diz “sou de Órion”, eu pergunto: de onde? É muito vasto, muito grande. Então eu vejo que essa busca por rótulos pode mais limitar do que ampliar a consciência.

Um exemplo para ampliar a mente

Imaginem um grupo de irmãos ascensos do planeta Terra, seres que já cumpriram suas experiências aqui, já transcenderam a materialidade e hoje podem trabalhar em qualquer lugar do universo. Nada os prende mais ao planeta, a não ser o amor e a missão superior que têm conosco. Esses são nossos mestres ascensos, que passaram pela experiência terrestre e têm muito a ensinar.

Agora imaginem que esse grupo se reúna e vá fazer um trabalho em outro planeta, lá em Órion, por exemplo. Chegam até lá através de tecnologia já existente há muito tempo, fazem contato por meio de canalizadores ou médiuns e dizem: “somos do planeta Terra”. Os seres daquele planeta, ao ouvirem isso, podem passar a acreditar que os terrenos são maravilhosos, sábios, iluminados, evoluídos. Mas isso não significaria que todos os seres da Terra são assim. Significaria apenas que aquele grupo específico transcendeu a materialidade.

Esse exemplo ajuda a entender por que há tanta confusão quando se fala de extraterrestres, de origens e de seres que querem dominar planetas. O planeta Terra não tem tecnologia para isso, e nenhum ser em terceira dimensão tem essa capacidade de trafegar a nível interestelar. Quando um grupo transcende a materialidade, ele já está fora da matéria, no extrafísico, e então pode atuar como extraterrestre em outro lugar. Isso abre um pouco a nossa mente e ajuda a acabar com muitas dúvidas e fantasias.

A verdadeira questão por trás dessa busca

Hoje parece que virou moda procurar a origem cósmica. Muita gente quer se desenvolver com o único objetivo de entrar em contato com um mentor espiritual para descobrir de onde veio. Outras pessoas querem saber o que precisam fazer para ir embora para casa, como se isso fosse uma solução simples para os problemas que não estão querendo encarar aqui no planeta Terra. Irmãos, não é assim tão simples.

Se estamos aqui, temos um propósito, temos um para quê e temos um porquê. Refletir sobre isso é mais importante do que alimentar ansiedade por determinados conhecimentos. Voltar à nossa raiz cósmica ainda nos custa muito. Ainda nos custa transcender a materialidade, as emotividades, a espiritualidade no sentido do entendimento pleno, e nos custa alcançar total domínio sobre energias, condutas e vibrações. Não é uma tarefa fácil.

Existe, sim, um registro universal, a grande memória divina, a grande memória universal, que muitos chamam de registro acástico. Esse registro tem localização multidimensional e níveis de acesso. É possível ter algum tipo de informação ou memória de nossa origem. Mas uma coisa é saber de uma informação; outra coisa é retornar às suas origens. O objetivo de todos nós é realmente poder voltar à nossa origem, porque saímos do perfeito, entramos num processo de perda de memória para viver experiências, e seguimos por jornadas densas até redescobrir, pouco a pouco, nossas conexões com a centelha divina.

Nós não partimos do zero. Partimos do perfeito e reduzimos nossas faixas vibracionais, nossa densidade, até nos tornarmos densos a ponto de não ter essa lembrança. E seguimos essa jornada redescobrindo, através das experiências, aquilo que um dia fomos e continuamos sendo em essência. Por isso, antes de tanta ansiedade por saber a origem cósmica, é preciso olhar para o primordial: nossas ações, nossas reações, nossa conduta e nossa vibração. Não é a mera curiosidade que permite acesso a essas informações.

Fonte de referência: Video — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que significa descobrir minha origem cósmica?

Significa buscar compreender de onde vem sua essência, além de rótulos, crenças e padrões da vida material. É um processo de autoconhecimento que convida você a olhar para sua história com mais amplitude.

Como posso começar essa खोजa de forma prática?

Comece observando o que faz sentido para você, seus sentimentos, memórias e afinidades profundas. Ler, refletir e trocar experiências com pessoas de confiança pode ajudar a organizar esse caminho.

Esse tipo de busca serve para todas as pessoas?

Sim, porque a proposta não é impor uma verdade única, e sim ampliar a percepção sobre quem somos. Cada pessoa pode encontrar nessa jornada respostas diferentes, de acordo com sua vivência.

Por que o artigo fala tanto sobre o coletivo?

Porque essa busca não precisa ser apenas individual; ela também pode ajudar na forma como nos relacionamos com os outros. Quando uma pessoa se entende melhor, ela tende a contribuir de maneira mais consciente para o todo.