Como Fazer a OLVE e o Estado Vibracional

Categoria: Video

Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

Como Fazer a OLVE e o Estado Vibracional

Assuma a posição para a realização da OV, de pé, sentado ou deitado. Feche os olhos para que sejam cortados os impulsos visuais. Procure relaxar todo o seu corpo e elimine todas as tensões musculares....

Prática inicial da OV

Assuma a posição para a realização da OV, de pé, sentado ou deitado. Feche os olhos para que sejam cortados os impulsos visuais. Procure relaxar todo o seu corpo e elimine todas as tensões musculares. Essa é a preparação inicial para a prática.

Depois disso, eu faço a circulação das bioenergias do alto da cabeça até a ponta dos pés, e depois retorno ao alto da cabeça, repetindo este movimento continuamente. Eu começo lentamente e depois acelero a velocidade de circulação. A prática segue esse ritmo: primeiro mais devagar, com atenção em cada parte do corpo, e depois com aceleração progressiva.

Concentrando o foco da atenção do alto da cabeça aos pés

Eu começo concentrando o foco da atenção no alto da cabeça. Automaticamente as energias vão se aglutinar neste ponto, mesmo que eu não as sinta. Eu presto atenção no alto da cabeça e, a partir daí, vou deslocando esse foco de modo ordenado pelo corpo.

O foco da atenção vai para a face, depois para a garganta, os ombros, o tórax, o abdômen, os quadris, as coxas, os joelhos, os calcanhares e, por fim, a ponta dos pés. Em cada uma dessas regiões, eu presto atenção de maneira direta. Esse deslocamento do foco organiza a circulação das bioenergias ao longo do corpo.

Nessa etapa, o importante é seguir a sequência com tranquilidade. Eu vou do alto da cabeça até a ponta dos pés sem pressa, apenas mantendo a atenção em cada ponto. Esse movimento inicial estabelece a base da prática.

Retornando da ponta dos pés ao alto da cabeça

Depois de chegar à ponta dos pés, eu mantenho o foco da atenção nesse ponto e inicio o retorno. Desloco o foco da atenção para os calcanhares, depois para os joelhos, as coxas, os quadris, o abdômen, o tórax, os ombros, a garganta, a face e novamente o alto da cabeça. Eu presto atenção em cada uma dessas regiões enquanto faço a subida.

Assim, a circulação se completa: do alto da cabeça até a ponta dos pés, e da ponta dos pés até o alto da cabeça. Esse vai e vem constitui o movimento contínuo das bioenergias. Primeiro eu faço isso com mais lentidão, para firmar o foco e a sequência.

Essa repetição contínua é o centro da prática. Eu não interrompo o trajeto, apenas completo a descida e a subida, mantendo a atenção no caminho percorrido. Com isso, a circulação vai ganhando ritmo.

Aumentando a velocidade da circulação

Depois da etapa inicial, eu aumento a velocidade de circulação das bioenergias. Volto a concentrar o foco da atenção no alto da cabeça e vou deslocando esse foco pela face, garganta, ombros, tórax, abdômen, quadris, coxas, joelhos, calcanhares e ponta dos pés. Em seguida, retorno com o foco pelos calcanhares, joelhos, coxas, quadris, abdômen, tórax, ombro, garganta, face e alto da cabeça.

Nesse momento, o movimento começa a ficar mais fluido. Eu passo a deslocar o foco da atenção do alto da cabeça às pontas dos pés, e das pontas dos pés ao alto da cabeça, repetidamente. A repetição contínua vai acelerando a circulação e reduzindo o tempo gasto em cada trajeto.

O processo continua assim: do alto da cabeça às pontas dos pés, das pontas dos pés ao alto da cabeça, sucessivamente. Essa repetição não muda a direção nem a estrutura do exercício. O que muda é a velocidade com que a circulação vai sendo feita.

Da cabeça aos pés, dos pés à cabeça

Depois disso, eu acelero ainda mais. A circulação passa a ser feita de modo mais direto: da cabeça aos pés, dos pés à cabeça. Eu repito esse movimento várias vezes, sempre aumentando a rapidez.

Quando a circulação já está rápida, eu acelero mais uma vez. Da cabeça aos pés, dos pés à cabeça, e depois mais rápido ainda. A ideia é intensificar a circulação das bioenergias na maior velocidade que for possível.

Nessa fase, já não é mais necessário deter a atenção em cada região com a mesma demora do início. O foco percorre o corpo inteiro em um fluxo cada vez mais veloz. O essencial é manter a circulação contínua, sem quebrar o movimento.

Até atingir o estado vibracional

Eu acelero a circulação das bioenergias na maior velocidade que for possível até atingir o estado vibracional. Também posso dizer de forma simples: circule as energias o mais rápido possível até instalar o EV. Esse é o objetivo final da prática.

Uma vez atingido o EV, eu paro com a circulação das bioenergias. A prática, então, se encerra nesse ponto. Todo o processo foi conduzido para chegar a esse estado por meio da atenção, da circulação contínua e da aceleração progressiva.

Fonte de referência: Video — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que é a OLVE e como ela se relaciona com o Estado Vibracional?

A OLVE é uma técnica de movimentação da energia pelo corpo, feita de forma voluntária e consciente. Ela ajuda a pessoa a chegar ao Estado Vibracional, que é quando a circulação energética fica mais intensa e equilibrada.

Qual é a melhor posição para praticar a OLVE?

Você pode praticar de pé, sentado ou deitado, desde que fique confortável e com o corpo relaxado. O mais importante é manter a atenção e reduzir ao máximo as tensões musculares.

Como devo conduzir a atenção durante o exercício?

Leve o foco da atenção da cabeça aos pés e depois retorne dos pés à cabeça, repetindo esse percurso. Com o tempo, procure aumentar a velocidade desse movimento para intensificar a circulação energética.

Quanto tempo leva para sentir o Estado Vibracional?

Isso varia de pessoa para pessoa e depende da prática constante. No começo, o mais importante é manter a regularidade e observar as sensações sem forçar o processo.