A Nova Era de Luz

Categoria: Despertar

Por Carlos de Oliveira (Shietnar)

A Nova Era de Luz

Como seria a humanidade vivendo em uma dimensão menos densa em uma era de Luz?  Possivelmente ainda teríamos resquícios da dualidade, porém:...

Como seria a humanidade vivendo em uma dimensão menos densa em uma era de Luz? 
Possivelmente ainda teríamos resquícios da dualidade, porém:

Diálogo no lugar do confronto

Humanos e extraterrestres benevolentes conversando pacificamente ao redor de uma mesa luminosa, em um clima de consenso e cooperação.
Humanos e extraterrestres benevolentes conversando pacificamente ao redor de uma mesa luminosa, em um clima de consenso e cooperação.

- As questões seriam resolvidas através do diálogo pelas partes envolvidas até chegarem a um consenso.

Isso por si só já mudaria profundamente a experiência humana. Se ainda existissem resquícios da dualidade, eles já não seriam alimentados da forma como são hoje, por disputas intermináveis, imposições, orgulho e interesse. Haveria divergências, porque o processo de evolução não apaga automaticamente toda diferença de percepção, mas essas divergências seriam tratadas com maturidade, responsabilidade e disposição real para compreender o outro. O consenso não surgiria da força, e sim do entendimento entre as partes envolvidas. Esse é um ponto fundamental, porque uma humanidade menos densa não deixaria de enfrentar questões, apenas deixaria de transformá-las em guerra permanente.

Quando falo em diálogo, não me refiro a um acordo superficial, mas a uma resolução verdadeira, onde as partes pudessem se ouvir até que a solução representasse equilíbrio. Isso significa menos conflito criado por vaidade e mais consciência aplicada às relações humanas.

Vida sem o peso das doenças

Uma pessoa saudável em um ambiente luminoso, representando uma vida sem doenças e com bem-estar pleno.
Uma pessoa saudável em um ambiente luminoso, representando uma vida sem doenças e com bem-estar pleno.

- As doenças não seriam mais problemas e teríamos uma expectativa e qualidade de vida inimagináveis para os padrões atuais.

Essa afirmação aponta para uma condição em que a vida humana já não estaria submetida ao mesmo nível de sofrimento, limitação e insegurança que hoje parece normal. Quando digo que as doenças não seriam mais problemas, isso não significa apenas redução de sintomas ou melhora pontual das condições de saúde, mas uma transformação tão profunda que os padrões atuais sequer serviriam de medida. A expectativa e a qualidade de vida seriam inimagináveis para o que conhecemos agora justamente porque estamos acostumados a considerar natural o que é expressão de uma realidade densa.

Em uma era de Luz, a própria experiência de viver ganharia outra amplitude. A vida não seria uma luta contínua contra o desgaste, mas uma condição mais harmoniosa, mais plena e mais estável. O que hoje é motivo de preocupação constante deixaria de ocupar esse lugar.

O fim da escravidão pelo dinheiro

Pessoas em uma comunidade cooperativa com recursos compartilhados, trabalhando e criando projetos pessoais em um ambiente abundante, com seres extraterrestres benevolentes ao fundo.
Pessoas em uma comunidade cooperativa com recursos compartilhados, trabalhando e criando projetos pessoais em um ambiente abundante, com seres extraterrestres benevolentes ao fundo.

- Não seríamos mais escravizados pelo dinheiro, pois haveria tudo para todos em um sistema de trabalho cooperativo, onde cada um dedicaria uma parte do tempo prestando serviços à comunidade e a outra parte desenvolvendo projetos de acordo com o próprio interesse e aptidão.

Aqui está um dos pontos mais libertadores dessa possibilidade. A humanidade deixaria de organizar a vida em torno da carência, da competição e da sobrevivência baseada em acúmulo. Haveria tudo para todos, e isso mudaria completamente o sentido do trabalho. O trabalho deixaria de ser um mecanismo de opressão para se tornar uma expressão de cooperação e participação consciente.

Cada pessoa dedicaria uma parte do tempo prestando serviços à comunidade. Isso mostra que a vida coletiva não seria abandonada em nome do individualismo. Ao contrário, o senso de pertencimento seria fortalecido. Ao mesmo tempo, a outra parte do tempo seria voltada ao desenvolvimento de projetos de acordo com o próprio interesse e aptidão. Isso revela uma humanidade em que o talento, a inclinação natural e a vocação de cada um não seriam sufocados pela necessidade de apenas sobreviver.

Não haveria a escravidão pelo dinheiro porque o dinheiro deixaria de ser o centro do valor humano. O valor estaria na contribuição, na aptidão, no interesse verdadeiro e no serviço prestado à comunidade.

Ciência e Consciência sem conflito

- Nesse estágio a ciência já teria incorporado em seus axiomas os atributos da Consciência resolvendo em definitivo o conflito ente matéria e espírito.

Esse ponto é decisivo, porque trata de uma reconciliação que hoje ainda parece distante para muitos. A ciência, ao incorporar em seus axiomas os atributos da Consciência, deixaria de operar dentro de uma visão fragmentada da realidade. O conflito entre matéria e espírito seria resolvido em definitivo porque não haveria mais a necessidade de opor aquilo que, em essência, faz parte de um mesmo quadro maior.

Isso não significa o abandono da ciência, mas a sua ampliação. Significa que ela alcançaria um estágio em que já não poderia ignorar a Consciência sem se tornar incompleta. O conhecimento passaria a refletir uma compreensão mais integral da existência, em vez de insistir na separação artificial entre o visível e aquilo que o sustenta.

Tecnologia a serviço da sociedade

- A tecnologia estaria a serviço da sociedade e não refém dela.

Essa diferença é enorme. Hoje, em muitos casos, a sociedade se adapta à tecnologia de maneira desordenada, tornando-se dependente dela, condicionada por ela e, muitas vezes, aprisionada por seus mecanismos. Em uma dimensão menos densa, isso se inverteria. A tecnologia continuaria existindo, mas em seu devido lugar: como instrumento, não como senhora da vida humana.

Estar a serviço da sociedade significa atender necessidades reais, favorecer o bem comum, apoiar a organização coletiva e contribuir para uma vida mais equilibrada. Não estaríamos reféns dela porque a consciência humana já não entregaria sua autonomia ao aparato tecnológico. Haveria uso, mas não submissão.

O esvaziamento do propósito das religiões

- As religiões perderiam seu propósito, pois já teríamos desenvolvido a compreensão de que não precisamos de intermediários para buscar fora aquilo que está dentro de nós.

Essa compreensão mudaria radicalmente a relação do ser humano com a espiritualidade. Se não precisamos de intermediários para buscar fora aquilo que está dentro de nós, então o eixo da busca deixa de ser a dependência e passa a ser o reconhecimento. As religiões perderiam seu propósito não por ataque ou negação, mas porque a humanidade teria amadurecido o suficiente para perceber diretamente aquilo que antes procurava por mediação.

Buscar fora aquilo que está dentro de nós é uma das bases da confusão humana. Quando essa compreensão se estabelece, cai a necessidade de estruturas que sustentam a distância entre o ser humano e aquilo que ele já carrega em sua própria essência.

Uma grande família sem muros e sem fronteiras

- Viveríamos como uma grande família em harmonia com a natureza e com as demais espécies sem muros e sem fronteiras, representados por um conselho central para resoluções de questões internas e interplanetárias, onde a fraternidade, igualdade e liberdade seriam as palavras de ordem. 

Essa imagem sintetiza uma nova organização da vida humana. Ser uma grande família não significa uniformidade, mas convivência em harmonia. E essa harmonia não se limitaria aos seres humanos, alcançaria também a natureza e as demais espécies. Isso mostra que a humanidade deixaria de se comportar como centro isolado e passaria a reconhecer seu lugar dentro de um conjunto maior de vida.

Sem muros e sem fronteiras, a separação deixaria de ser o princípio organizador do mundo. Haveria representação por um conselho central para resoluções de questões internas e interplanetárias, o que demonstra ordem, direção e responsabilidade coletiva. Fraternidade, igualdade e liberdade não seriam apenas palavras repetidas, mas palavras de ordem, ou seja, princípios vivos de uma civilização que já superou antigas formas de divisão.

Utopia ou uma possibilidade?

Utopia ou uma possibilidade? 

Muitos podem olhar para tudo isso como algo inalcançável, mas eu afirmo: o novo mundo já está batendo à nossa porta, já é um fato consumado, a questão agora é se vamos fazer parte dele ou não!

Precisamos olhar para o horizonte que se avizinha e tomar a decisão de sermos os protagonistas dessa épica história da humanidade que já está finalizando seus últimos capítulos nesse velho mundo! Não se trata de esperar passivamente por uma mudança, mas de perceber que ela já se apresenta diante de nós. O ponto central passa a ser o posicionamento de cada um diante do que está se aproximando.

Observação Importante!!!

Deu para entender agora o porque os poderosos do planeta querem manter o ser humano em ignorância dentro de uma matrix materialista de consumo frenético, gerando também o medo na humanidade com teorias conspiratórias de dominação de extraterrestres negativos?

Quando o ser humano permanece preso à ignorância, ao consumo frenético e ao medo, ele se afasta justamente da possibilidade de perceber esse novo horizonte. A matrix materialista de consumo frenético funciona como um campo de distração e aprisionamento da consciência. Da mesma forma, a geração de medo por teorias conspiratórias de dominação de extraterrestres negativos serve para bloquear a abertura da humanidade à ajuda e ao discernimento.

O objetivo desses controladores é não recebermos ajuda para não acabar o sistema de controle protagonizado por estes próprios seres da raça humana!!!

Shietnar / Carlos de Oliveira

Missionários de Shan

Fonte de referência: Despertar — Wikipédia

Perguntas Frequentes

O que seria uma humanidade vivendo em uma dimensão menos densa?

Seria uma forma de vida com menos medo, conflito e sofrimento, onde as relações seriam mais leves e conscientes. A ideia é que as pessoas viveriam com mais equilíbrio emocional e mais respeito mútuo.

Como mudariam as relações entre as pessoas em uma era de Luz?

O confronto daria espaço ao diálogo, tornando a convivência mais cooperativa e menos agressiva. Isso não significaria ausência total de اختلاف, mas uma forma mais madura de lidar com as diferenças.

Ainda existiriam doenças e problemas materiais nesse cenário?

Talvez sim, mas em menor intensidade e com menos impacto na vida das pessoas. A proposta é imaginar uma humanidade mais saudável, com menos sofrimento físico e mais cuidado com o bem-estar coletivo.

O que aconteceria com o dinheiro, a ciência e a tecnologia nessa nova fase?

O dinheiro deixaria de ser uma prisão e passaria a ser apenas uma ferramenta. Já a ciência e a tecnologia funcionariam mais em parceria com a consciência humana, servindo melhor à sociedade.